A eleição para Presidência da República também tem provocado uma espécie de "racha" na classe artística. Enquanto muitos atores preferem não manisfestar as suas preferências com relação ao voto, outros declaram abertamente o seu apoio. É o caso, por exemplo, da atriz Regina Duarte. A estrela tem usado das redes sociais para mostrar a sua preferência à candidatura de Jair Messias Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL) e o seu descontentamento contra o Partido dos Trabalhadores (PT), que atualmente busca eleger o candidato Fernando Haddad.

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A atriz, inclusive, apareceu em uma foto ao lado de Jair Bolsonaro na sexta, 12 de outubro, após visitá-lo.

Confira a publicação:

Uma postagem, contudo, realizada na última quinta-feira, 11 de outubro, movimentou o Instagram de Regina Duarte e rapidamente recebeu mais de 57 mil curtidas. A mesma mostrava uma ilustração que dizia: "Salário Mínimo: R$ 954; Bolsa Presidiário: R$ 1319,18. Tem certeza que o PT sabe governar?". Na mesma hora, seguidores das redes sociais de Regina e artistas começaram a falar sobre o tema, gerando centenas de comentários sobre o assunto. Entre eles, dois feitos por personalidades conhecidas pelo público: Patricia Pillar e José de Abreu.

José de Abreu e Patrícia Pillar falaram sobre o tema

Ao falar sobre o assunto, José de Abreu chamou Bolsonaro de fascista, e afirmou que a Bolsa Presidiário existe desde 1991. "Sei que você é meio esquecida, não consegue decorar texto há anos (inaugurou o uso do ponto eletrônico para atores na Globo), mas dar um Google evitaria de você passar fake news do fascista que você apoia", ressaltou.

Mais diplomática, Patricia Pillar escreveu que faria uma ponderação sobre o tema, alegando que nunca havia sido petista e que sua preocupação, no atual momento, era com o Brasil.

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A atriz falou também sobre o fato da violência já estar presente nas ruas. "Você acha que a solução é votar em um candidato que nunca administrou uma rua sequer? Que se apresenta como salvador da pátria, mas não tem o menor conhecimento sobre economia, saúde e educação?", alegou Patricia, que no primeiro turno manifestou a sua preferência ao candidato Ciro Gomes, com quem foi casada no passado.

Vale lembrar que Ciro Gomes, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), foi o terceiro candidato mais votado nas eleições, com 12,50% dos votos válidos e, esta semana, declarou o seu apoio 'crítico' a candidatura de Fernando Haddad.