Segundo Sol já está na reta final. Agora todos os acontecimentos que esclarecem as muitas dúvidas e selam os destinos, tanto de mocinhos quanto de vilões, acontecerá de forma vertiginosa.

A família Athayde, sempre tão oprimida pelo patriarca Severo (Odilon Wagner) finalmente ficará unida, mas isto quase custará a vida de Roberval (Fabrício Boliveira).

O sequestro

Em determinado capítulo, previsto para ir ao ar no dia 27 deste mês e já próximo do final da trama, três bandidos invadirão a mansão e farão a família como refém.

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As cenas serão de muita tensão, com os bandidos ameaçando o tempo todo, os familiares dentro da casa. A polícia será chamada e começará então todo o processo de negociação.

Como na maioria das negociações, os bandidos vão exigir da polícia um carro para a fuga e um refém, ou seja, um dos Athayde terá que ir com eles como garantia de que conseguirão fugir.

O pânico se instalará e Roberval, ainda que com medo como todos os outros, oferece-se para ir como refém do lugar de qualquer outro membro da família.

Eles ainda tentarão se safar com Edgar (Caco Ciocler) pegando o revólver de um dos bandidos e Rochelle levantando da cadeira de rodas para passar a arma para Edgar, entretanto, um policial invade o local, chega a desarmar os bandidos, mas é golpeados pelos sequestradores.

Todos são trancados no quarto de Zefa (Claudia Di Moura) que, desesperados farão as pazes uns com os outros enquanto os invasores fazem uma pool party (festa na piscina), com direito a muita bebida.

O ato de heroísmo de Roberval

Diante de tudo isso, Roberval pedirá calma a família e afirmará que não quer as sobrinhas em risco, se oferecendo para ir embora com os assaltantes, no plano de fuga que haviam tramado anteriormente.

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Sempre sob muitas ameaças de morte, eles aceitam levar o filho renegado de Severo (Odilon Wagner). Os bandidos apontam a arma para a cabeça de Roberval e gritam que qualquer gracinha de qualquer um da família e “este aqui morre”, se referindo ao personagem de Fabrício Boliveira que dirá ao delegado Nolasco (Tairone Vale) para deixar que ele saia em segurança como refém.

O acidente

Eles deixam a casa no carro, com um dos bandidos alcoolizados como motorista, o que deixará toda a família temendo pela vida de Roberval.

Até Severo reconhecerá e se curvará ao ato heroico do filho que nunca quis reconhecer como integrante da família.

Alguns policiais entram para prestar socorro a todos da família enquanto que outros começarão a perseguição ao carro onde os bandidos e o refém se encontram.

Muita tensão nas curvas da estrava será mostrada quando o carro estará em velocidade desenfreada, ultrapassando sinais fechados e provocando colisões entre outros carros, na tentativa de escapar da polícia. Completamente maluco de tanta bebida e adrenalina o motorista acelerará cada vez mais, mesmo sob protesto dos comparsas e é quando um policial atira no pneu traseiro, fazendo com que o carro capote várias vezes.

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Roberval será retirado inconsciente do carro mas ainda vivo, entretanto em estado gravíssimo, ficará entre a vida e a morte no hospital.