O ator e diretor Miguel Falabella comentou que teve alguns problemas com a atriz Maitê Proença quando eles gravavam a novela Cara e Coroa, dirigida por Wolf Maya do ano de 1995. Na novela, Falabella interpretava o personagem Mauro, que era marido de Heloísa, papel de Maitê Proença. Contudo, o ator e diretor afirmou que o problema, na verdade, era ele. Teve um certo dia em que "Maitê foi tão bonita comigo", disse. Ela olhou para ele, durante a gravação em uma lancha, em alto-mar, e disse que estava insuportável trabalhar junto com ele.

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Em seguida, ela deu alguns conselhos: "Esquece essa história. Se não pode querer bem, não queira mal". A revelação do diálogo dos dois, ocorrido nos bastidores da Rede Globo, foi feita por Falabella à atriz Tatá Werneck na noite desta quarta-feira (28), no sofá do talk show Lady Night, do canal Multishow.

O ator e diretor sabia que ele estava insuportável mesmo e a razão disso era porque ele estava sofrendo na vida pessoal. Segundo Falabella, houve traição de um grande amor de sua vida e isso o abalou profundamente, a ponto de colocar em risco o seu trabalho nas gravações.

Segundo Falabella, ele já trabalhou com pessoas insuportáveis, entretanto, ele também reconhece que foi também insuportável. Ele afirmou que teve dias que, após as gravações, ele chegou à casa dele a noite e ligou para a pessoa pedindo desculpas por alguma ofensa.

Furtos na Globo

Na conversa com Tatá Werneck, o ator também lembrou de fatos cômicos ocorridos na emissora carioca. Ele falou que, certa vez, fez uma novela com Walter Avancini e uma das peças do cenário havia sido roubada. Conforme ele mesmo disse, isso poderia comprometer as próximas cenas já que a peça seria fundamental para compor o ambiente, ainda mais que já apareceu em outras cenas.

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Numa decisão inesperada, Avancini apagou as luzes do estúdio e falou para quem pegou a peça que colocasse no lugar de novo. Segundo Falabella, quando acenderam a luz outra peça foi roubada.

Sexo no Projac

Questionado se ele já teria feito sexo no Projac, ele disse que nunca, entretanto, já viu outros artistas fazerem. De acordo com ele, certa vez, viu artistas do elenco da emissora praticando este ato no estacionamento da central de produções da Globo.

Miguel Falabella disse que a parte de dramaturgo, autorias de peças, deram mais dinheiro a ele. Ele citou, como exemplo, A Partilha, na qual vendeu para 14 países e ganhou uma boa grana.