Eduardo Costa se envolveu em mais uma polêmica. Ele recentemente causou grande polêmica com Fernanda Lima, chegando a chamá-la de imbecil após um discurso feminista com fundo político dito pela loira em seu programa Amor e Sexo, onde ela defendia a liberdade sexual das mulheres e um suposto machismo do candidato eleito à presidência da República. Cabe ressaltar que ela não citou nenhum nome durante a fala. Entretanto, Eduardo Costa viu nas entrelinhas do discurso, um possível ataque a Jair Bolsonaro e criticou com muita ênfase a loira.

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Desta vez, foi a morte de cachorro em um hipermercado supostamente causada por um segurança do estabelecimento que levou o cantor a gerar a maior polêmica, novamente.

Eduardo costa se pronunciou nesta quinta (6), ironizando a morte do cachorro havia virado notícia em um país. Em um meme postado e depois apagado pelo cantor, ele criticava a morte do cachorro, tornando-se mais revelante que os milhares de homicídios que acontecem no país. Para corroborar ainda mais seu pensamento crítico em relação à morte, ele ainda colocou na legenda da postagem a frase: “E o Brasil? E que comece o mi mi mi”. Logo a postagem começou a receber uma série de comentários em relação ao contexto e ao texto em si. Ele apagou na sequência a ironia.

Cantor Eduardo Costa gera polêmica ao relativizar a morte do cachorro em hipermercado

Eduardo Costa acabou indo na contramão de vários artistas que se solidarizam com o cãozinho. A imagem escolhida pelo cantor mostra um personagem de olhos fechados para “60 mil homicídios por ano no Brasil”. A próxima imagem, o mesmo personagem do desenho Bob Esponja surge de olhos bem abertos para ver o “segurança que matou um cachorro a pauladas”.

O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito para investigar as condições da morte do animal.

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Segundo relatos, o animal morreu 30 minutos depois ser resgatado pela prefeitura por conta de envenenamento. Ele também apresentava marcas de violência. O inquérito foi instaurado pela promotoria Cível de Osasco nesta quarta (5). Segundo ativistas, o cão foi envenenado e espancado por um segurança de uma unidade do Carrefour em Osasco, na Grande São Paulo. Já o hipermercado se defende e diz que o animal realmente sofreu alguma violência nas dependências do local, mas a morte teria sido causada pela forma como o animal foi capturado.