Faltando quase um mês para completar 15 anos do desaparecimento de Priscila Belfort, Vitor Belfort [VIDEO] usou as redes sociais para falar sobre a irmã, em um texto emocionante. Na última quarta-feira (5), o ex-lutador, através de seu Instagram, postou uma foto de Priscila e dirigiu um desabafo depois de anos de seu sumiço. As palavras de Vítor comoveram seus seguidores que lhe prestaram apoio e solidariedade nessa caso difícil de esquecer.

'Eterno enterro', desabafou Vitor Belfort

Priscila Belfort, que desapareceu aos 29 anos de idade, no centro do Rio de Janeiro, recebeu uma homenagem do irmão através de foto e um longo texto publicado na internet.

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Na postagem, Vitor Belfort falou da saudade que sente da irmã e do desejo de ter lhe dado um último beijo e abraço.

Direcionando suas palavras para Priscila Belfort, a quem chamou de "Pri", o ex-lutador relembrou o carinho e cuidado que recebia da irmã e confessou que nunca pôde imaginar que um dia passaria por essa dor, que segundo ele, seria pior que a morte. Vitor mencionou os filhos e contou que as crianças sempre perguntam pela tia e que teria contado aos filhos todas as histórias possíveis e impossíveis que viveu ao lado da irmã.

Seguindo com o desabafo, Vitor Belfort contou que os pais envelheceram bastante desde que a irmã desapareceu, mas continuam seguindo mesmo com todo o sofrimento: 'Não dá nem pra imaginar a dor que eles sentem.', escreveu o atleta, que contou também que passaria o Natal junto do pai, e que a mãe continua linda.

Finalizando o texto emocionante dedicado à irmã, Vitor Belfort escreveu que o desaparecimento de Priscila é um “eterno enterro até que o caso seja solucionado”.

Logo após publicar o desabafo se referindo à irmã, Vitor recebeu inúmeras mensagens de apoio dos internautas: 'Força e fé e que Deus os guarde e os abençoe', escreveu uma seguidora na postagem que já passa de 50 mil curtidas no Instagram.

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O desaparecimento de Priscila Belfort

Priscila Belfort desapareceu no dia 9 de janeiro de 2004, após ter sido levada pela mãe ao centro do Rio de Janeiro, onde trabalhava em um projeto social. Em dado momento, a irmã de Vitor Belfort teria dito que sairia para almoçar e desde então nunca mais foi vista.

Durante as investigações do caso, a polícia apontou suspeitos e chegou a fazer teste de DNA em um corpo carbonizado em uma favela do Rio de Janeiro, mas o exame apontou que não se tratava de Priscila.

No dia do desaparecimento, segundo familiares, Priscila tinha apenas R$ 40 no bolso. Quebras de sigilo bancário ocorreram mas não constataram nenhuma movimentação na conta da moça. O caso ainda segue sendo um mistério.