A atriz Priscila Rozembaum, viúva de Domingos Oliveira, declarou que morrer em sua própria casa foi um desejo do marido que, em vida, atuou como autor, diretor e ator. Aos 82 anos, Oliveira já vinha sofrendo há cerca de duas décadas com Mal de Parkinson, doença degenerativa e incurável. O ator se sentiu mal no Leblon, quando estava em companhia da sua esposa e da sua neta, e acabou não resistindo.

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Ainda bastante abalada pelo ocorrido, Rozembaum declarou que, para Domingos, a vida sempre foi uma festa. Debilitado, Oliveira fez a sua escolha de morrer em sua própria casa e teve o seu desejo respeitado pelos seus entes queridos. Priscila Rozembaum disse ainda que antes que o artista falecesse, eles jogaram poker em companhia da neta, e então Domingos foi se deitar, vindo a falecer sem nenhum tipo de sofrimento ou medo, conforme indicado por Priscila.

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Em entrevista, Priscila Rozembaum declarou que está sentindo uma dor que não sabia ser possível

Rozembaum e Domingos trabalharam juntos diversas vezes ao longo de suas carreiras. A atriz se fez presente em diversas obras dirigidas por Domingos Oliveira. Em uma entrevista concedida ao RJ2, da Rede Globo, a atriz declarou que não sabia que existia uma dor tão grande. Mas ela também afirmou que sabe que estava na hora de Oliveira partir, uma vez que ele já vinha sofrendo há tempos com o Mal de Parkinson.

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Essa consciência, porém, segundo Rozembaum, não aplaca a saudade que ela sente do marido, que ela declara já ser imensa.

Domingos Oliveira faleceu no último sábado, dia 23 de março, por volta das 14h. A sua perda foi sentida por diversos colegas de profissão e atores, que fizeram declarações bastante carinhosas e elogiosas a seu respeito. O artista, apesar das dificuldades enfrentadas em decorrência da doença,, nunca parou de produzir.

Em seus quase 60 anos de carreira, ele se consagrou como o autor de obras como “Todas as Mulheres do Mundo”, “Barata Ribeiro, 716” e, mais recentemente, dirigiu filmes como “Infância”, uma adaptação da sua peça “Do Fundo do Lago Escuro”, realizada no teatro na década de 1980, e “BR 716”, o seu último longa-metragem, que trazia Caio Blatt como protagonista e foi finalizado no ano de 2014.

Domingos Oliveira era conhecido como uma espécie de Woody Allen brasileiro, devido ao teor autobiográfico e romântico de seus filmes e peças teatrais.

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Com certeza, essa está sendo uma perda bastante sentida e lamentada entre a comunidade artística brasileira.

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