Na última quarta-feira (4), o jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e o irmão dele, Assis Moreira, ficaram sob custódia das autoridades em um hotel na cidade de Assunção, a capital do Paraguai. O motivo para que isso tenha ocorrido está ligado à suspeita de que os dois utilizaram documentação e passaporte falsos com identificação paraguaia.

De acordo com informações do portal G1, o craque está em Assunção para cumprir alguns compromissos comerciais e estavam hospedados no Hotel Resort Yacht y Golf Club Paraguayo. Ele e o irmão permaneceram sob custódia da polícia do Paraguai durante toda a noite.

Durante a manhã dessa quinta-feira (5), Ronaldinho Gaúcho e Assis Moreira foram encaminhados ao Ministério Público. No local, eles serão ouvidos pelo órgão competente e o MP precisará tomar uma decisão sobre denunciar ou não os dois.

Segundo o G1, a Polícia Nacional, assim como algumas autoridades ligadas ao Ministério do Interior e ao Ministério Público, chegaram a comparecer ao hotel depois que a denúncia do Departamento de Identificações do Paraguai foi recebida. Na ocasião, a polícia foi comunicada pelas as autoridades responsáveis pelo setor de imigração sobre as possíveis irregularidades no passaporte paraguaio de Ronaldinho e Assis.

Ainda se mostra válido pontuar que, de acordo com as informações do G1, foram encontrados na suíte em que o craque da seleção brasileira estava hospedado os passaportes em questão.

Além desses documentos, carteiras de identidade também foram encontradas pelos responsáveis pela investigação, assim como os aparelhos celulares dos dois irmãos.

Empresário é suspeito de fornecer os documentos

Segundo o G1, a suspeita do fornecimento da documentação falsificada para Ronaldinho Gaúcho e Assis Moreira está recaindo sobre um empresário brasileiro, que já foi detido.

De acordo com o site citado, o empresário em questão passou toda a noite na sede de investigação da Polícia Nacional.

Um dos responsáveis pela investigação da adulteração dos documentos é Frederico Delfino, que atua como procurador. Durante uma coletiva de imprensa sobre o caso, ele chegou a afirmar que Ronaldinho e Assis chegaram a sair do aeroporto de Guarulhos, localizado na cidade de São Paulo, usando documentos brasileiros.

Somente depois de deixar o território nacional os dois receberam os documentos paraguaios. O procurador ainda informou que isso provavelmente aconteceu no exato momento em que os dois saíram do avião em Assunção.

Ainda durante a coletiva de imprensa citada, Federico Delfino afirmou que os números referentes aos documentos adulterados pertencem as documentações de outras pessoas.

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