Um homem invadiu uma farmácia na noite da última terça-feira (26), no Jardim das Américas, em Curitiba, e abusou de três mulheres que eram funcionárias e clientes do estabelecimento.

O criminoso estava usando máscara e também estava armado. Ele abusou das mulheres e levou o dinheiro que estava no caixa. Depois dos crimes, as mulheres ficaram em estado de choque e foram amparadas.

Homem abusa de mulheres em farmácia

Por volta das 22h da última terça-feira (26), a farmácia localizada na rua Coronel Francisco H. dos Santos foi invadida por um homem armado. Ele separou as mulheres dos homens que estavam no estabelecimento, levou-as para outro local e cometeu os abusos.

O homem ficou no local por 30 minutos, saiu a pé e levou um celular e dinheiro que estava no caixa. De acordo com outras informações, esse mesmo homem teria cometido crimes nas farmácias da mesma rede, mas sem abusar de outras mulheres.

Após mulheres sofrerem abuso, farmácia divulga nota

A rede de farmácias de Curitiba divulgou uma nota após o crime. Nela eles dizem que lamentam o assalto violento que aconteceu em uma de suas lojas e que a rede de farmácias está prestando atendimento às vítimas do abuso.

A nota segue dizendo que a loja vítima do ataque ficará fechada por tempo indeterminado. O pronunciamento é finalizado com a rede de farmácias dizendo que está colaborando para a identificação do criminoso.

Homem suspeito de ser o autor dos abusos é detido

Na última quarta-feira (27), a Polícia Militar de Curitiba levou detido um suspeito de ser o autor do assalto e dos abusos na farmácia no bairro Jardim das Américas.

Segundo informações, ele está detido e passará por identificação, para que as vítimas digam se ele é ou não o autor dos crimes.

Sete mulheres são abusadas por hora no Brasil

O caso em Curitiba levanta a questão dos abusos contra mulheres no Brasil. De acordo com a revista Veja, numa pesquisa feita em setembro de 2019, sete mulheres são violentadas a cada hora no país.

Em 2018 foram registrados cerca de 66 mil novos casos. Comparado a 2017, o aumento foi de 4,1%.

Os números não são precisos, já que muitas das vítimas têm medo de fazer a denúncia pelo fato de o criminoso ser próximo ou alguém da família.

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