A última quinta-feira (10) foi um dia triste para o mundo jornalístico, pois faleceram no Rio de Janeiro duas jornalistas: Leila Richers, aos 65 anos, e Eloisa Leandro, aos 41.

Jornalista Leila Richers estava com câncer

A apresentadora e jornalista Leila Richers faleceu na última quinta-feira (10), com notícia da morte confirmada no seu próprio perfil nas redes sociais. Com uma foto de Leila, foi comunicado que a jornalista havia falecido após uma longa batalha contra um câncer.

Leila lutava contra a doença há pouco mais de um ano e na postagem feita em primeira pessoa, foi dito que ela descansou.

Foi informado também que não haveria velório e que o corpo dela seria cremado. Na publicação, Leila agradece as orações e o carinho, e deixa um beijo para os seguidores.

A jornalista nasceu no Rio de Janeiro e foi casada com Ronaldo Richers, filho de Herbert Richers, de quem herdou o sobrenome. Ela trabalhou como repórter e como editora de moda nas revistas 'Desfile' e 'Manchete', ambas da Editora Block.

Leila chegou a comandar o Jornal da Manchete - Segunda Edição de 1987 a 1993, quando o canal foi extinto. Ela chegou também a ser editora e âncora do CNT Jornal, e trabalhou como apresentadora e roteirista do programa Cidade e Educação, além de editora do programa Encontros Culturais. Leila trabalhou também como apresentadora na TVE, onde esteve no comando dos programas Qualificação Profissional e Um Salto Para o Futuro, além de ter sido editora e âncora do Edição Nacional.

Jornalista morre após procedimento estético

Outra perda que ocorreu na madrugada de quinta-feira (10) foi da jornalista Eloisa Leandro, de 41 anos. Ela faleceu após realizar uma lipoaspiração em uma clínica da Tijuca, no Rio de Janeiro. Familiares da profissional informaram que Eloisa sofreu uma parada cardíaca após o procedimento estético.

A polícia está investigando o caso e foi informado que a profissional começou a se sentir mal enquanto estava sendo transferida da sala de cirurgia para o quarto.

Segundo amigos, ela fazia uso de remédios controlados para o coração.

Muitos amigos e familiares usaram as redes sociais para lamentar a morte de Eloisa, e relembraram sua luta para desvendar o assassinato do filho, ocorrido em 2015. O adolescente Victor Hugo da Silva Braga, de apenas 15 anos, voltava para casa com amigos quando foram surpreendidos por bandidos que o mataram.

A Associação Brasileira de Imprensa emitiu uma nota lamentando a morte. O presidente da ABI, Paulo Jeronimo, disse que trabalhou com Eloisa durante 20 anos e que ela foi uma brilhante repórter dos jornais Tribuna de Niterói, do São Gonçalo e da sucursal do JB em Niterói.

Ele relembrou que, após esse período, Eloisa seguiu carreira solo trabalhando como assessora de imprensa de muitas grandes empresas. Segundo Jerônimo, Eloisa estava na ABI há 4 anos e seria candidata a conselheira suplente nas próximas eleições.

O homem relembrou ainda a tragédia pela qual a jornalista passou com a morte do filho mas disse que, apesar de tudo, ela sempre ostentou um sorriso no rosto e uma alegria contagiante, graças à sua crença espiritual. Jerônimo falou ainda que Eloisa era uma grande amiga e que ficou chocado com a sua morte.

Lamentou não poder se despedir devido à pandemia e terminou a publicação desejando que a amiga descanse em paz.

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