Há menos de uma semana, o mundo chocou-se com a ousadia de criminosos terroristas do #Estado Islâmico que adentraram a cidade luz fortemente armados e ceifaram a vida de mais de cem pessoas. Desde então, indignação de chefes de Estado, bombardeios contra a Síria e novas ameaças terroristas tornaram-se os assuntos mais comentados dos últimos tempos.

O sumo pontífice da igreja católica conferiu um breve pronunciamento para a emissora de TV oficial TV2000 em que repudiou os atos terroristas do Estado Islâmico e anunciou que o ocorrido se tratava de fragmentos da terceira guerra mundial. Para não alimentar dúvidas, o Papa deixou claro que diante da atual situação que o mundo vive, em que pessoas matam inocentes e os países estão declarando guerra ao #Terrorismo, é inevitável que ocorra a tão temida terceira guerra mundial e que nesse momento é necessário união para acabar com o terrorismo.

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Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, de que só haveria uma guerra se Estados Unidos e Rússia brigassem entre si, a verdade é que dezenas de nações já declararam guerra contra o terrorismo e uniram forças para acabar com o Estado Islâmico e grupos similares, dentre os governos que ofereceram apoio no combate ao terrorismo estão os países do BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O Estado Islâmico, por sua vez, vem anunciando há alguns anos que tornará o mundo seguidor da Shari´a - lei islâmica - e que começariam a cumprir o seu objetivo ao dominar a Europa. Os planos dos terroristas, que são divulgados em vídeos em árabe na internet, é de começar dominando Paris e depois partir para Roma, na Itália, e reconquistar territórios que pertenceram aos muçulmanos há séculos, como Portugal e Espanha.

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As palavras são dos próprios terroristas, que ainda almejam atacar Londres e anunciaram ter uma nova base na Índia.

Primeiros desentendimentos

Apesar da união de países por todo o mundo, já começaram a ocorrer alguns desentendimentos significativos entre grandes nações. A Rússia havia acusado, antes dos ataques à Paris, os Estados Unidos de entregarem armas nas mãos de mercenários na Síria, fazendo com que estes integrem o ISIS. Essa semana, declarou que os países que integram o G-20 possuem culpa pela onda de terrorismo pelo mundo, pois financiam o Estado Islâmico. A própria Rússia, o Brasil, Estados Unidos, Turquia, entre outras grandes nações fazem parte do referido grupo das economias mais desenvolvidas do mundo.