Na última terça, 1º de setembro, nossa presidenta da república, Dilma Rousseff, autorizou as forças armadas a interferir no conflito que está ocorrendo no Mato Grosso do Sul, centro-Oeste do Brasil, onde reside uma grande quantidade de tribos indígenas - tribos essas que estão sofrendo fortemente com a brutalidade e insensibilidade do #Governo.

Há alguns dias, tribos indígenas do Mato Grosso do Sul entraram em conflito com produtores rurais, proprietários de algumas das fazendas ocupadas pelos índios. Esses conflitos, infelizmente, ocasionaram a morte de um jovem indígena de apenas 25 anos, Simião Vilhalva. O jovem morava no município de António João, um dos locais onde a brutalidade dos conflitos está intensa.

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Na tarde desta terça-Feira, militares do exército brasileiro bloquearam o trecho 384, que dá acesso ao município de António João, local onde fica três das fazendas ocupadas por indígenas. Segundo o Tribunal de Justiça, serão enviados cerca de 1,2 mil militares das forças armadas da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Dourados.

A “Operação Dourados” acontecerá nas cidades de António João, Aral Moreira, Bela Vista e Ponta Porã, locais onde os conflitos estão mais intensos E terá, aproximadamente, trinta dias de duração.

A grande questão é entender quem está com a razão e tentar resolver esta situação sem machucar e prejudicar ambos os envolvidos: indígenas e agricultores. 

É errado sim os índios terem ocupado as fazendas que são, teoricamente, de propriedade privada dos agricultores, porém, é ainda mais errado querer expulsar de forma desumana os indígenas das terras que, historicamente, são por direito deles. Historicamente, as terras pelas quais os índios estão lutando, são por direito deles, mas judicialmente, essas terras são dos produtores rurais, pois eles as compraram e têm o direito de usarem suas terras.

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O que se espera é que o governo convoque representantes de ambos os lados para um possível acordo, evitando assim, o choque entre as forças armadas e os índios. #Dilma Rousseff #Agricultura