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A infidelidade no Mundo atual, tornou-se algo comum. Vários fatores podem levar o homem ou a mulher a trair seu companheiro, e por isso, muitos relacionamentos têm chegado ao fim.

Mas, nem todos lugares isso é tão comum assim, e por isso, algumas punições com infiéis são severamente implacáveis.

Conheça os 6 lugares piores do mundo para ser infiel:

1) Sudão, Nigéria, Irã e Emirados Árabes: o islamismo, que é a religião predominante nesses países, seguem rigidamente o Corão, que é o livro de suas doutrinas e é severamente rígido quando a infidelidade.

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As mulheres que forem pegas traindo são executadas a pedradas. Os homens não recebem castigos, apenas são desaprovados pela sociedade.

2) Indonésia, Paquistão e Nova Guiné: nesses países, que também seguem o islamismo, as regras são levadas ao tribunal Islâmico que pode condenar a anos de prisão ou até mesmo a forca. Na Nova Guiné, o castigo é mais apavorante. Uma tradição criada há alguns séculos, em especial na província de Madang, dá ao marido o direito de decapitar sua esposa infiel como também o amante dela.

3) Europa Medieval: nos séculos passados, entre XV e XVI, as mulheres infiéis eram levadas a mosteiros onde tinham seus rostos desfigurados, arrancando parte de seu nariz, orelhas e lábios. Algumas eram ainda condenadas a pena de morte.

4) Tribos Africanas: as mulheres infiéis eram submetidas a castração e até mesmo retiravam-se o útero. Em algumas regiões, como na Colônia de Toquin, elefantes pisoteavam as mulheres até a morte.

5) Império Bizantino: as mulheres que não eram fiéis aos seus maridos, eram vendidas em um praça para qualquer pessoa.

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Sendo comercializadas como mercadorias expostas para todos ver.

6) Turquia: as mulheres que pulavam a cerca na cidade Diarbaquir, na Turquia, recebiam o castigo da própria família. Todos os membros deviam esfaqueá-la, pelo menos uma vez.

Aqui no Brasil, o adultério não é crime e não viola nenhum código penal. Já no direito civil, pode acarretar responsabilidade civil, ou seja, se a pessoa sentir-se prejudicada particularmente, ela pode entrar com uma ação por danos morais ou materiais, contra à pessoa.