Após 500 anos de sua morte, o mistério em torno do artista Leonardo da Vinci ainda continua. Recentemente, o Museu Ideal, na Itália, adquiriu uma suposta mecha do cabelo de Da Vinci. O item, que foi encontrado em meio a uma coleção americana, começou a ser exposto ao público do museu nesta quinta-feira (2).

Alguns historiadores comemoraram a descoberta, pois através dela poderá ser possível saber ao certo se realmente o pintor repousa em Amboise, na França.

Vale lembrar que o local onde o pintor foi sepultado ainda permanece um mistério. Pouco se sabe sobre isso, mas a teoria mais reforçada é de que Da Vinci foi sepultado na capela do castelo local, obra que foi quase totalmente destruída durante a Revolução Francesa. Mas os ossos do artista não teriam permanecido por muito tempo no local, sendo transferido para outra capela. No entanto, ninguém ainda descobriu ao certo de qual capela se trata.

Agora, através de exames de DNA, poderá se descobrir mais descendentes vivos do artista, e assim se saber se os ossos encontrados em Amboise são mesmo do pintor. Vale destacar que testes de DNA já ajudaram a identificar 35 descendentes do meio-irmão do pintor, Domenico.

No entanto, a busca parece ser um pouco mais difícil do que parece. Isso porque uma teoria sustenta a hipótese de que o artista não chegou a ter filhos.

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Ciência

Mesmo assim, sabe-se que Da Vinci teve doze meios-irmãos.

A mecha começou a ser simbolicamente exposta neste dia 2 de maio, pois nesta data completa 500 anos da morte do pintor, que morreu no ano de 1519, em Clos Lucé, um solar de Amboise.

Quem foi Leonardo da Vinci?

Leonardo di Ser Piero da Vinci, mais conhecido como Leoonardo da Vinci, foi um Italiano nascido em 15 de abril de 1452, filho de camponês, que ganhou destaque como matemático, engenheiro, inventor, anatomista, escultor, pintor, arquiteto, botânico, poeta e músico. Da Vinci tem hoje seu nome como um dos mais importantes do Alto Renascimento e ajudou a formatar o método cientifico.

Quadro de Da Vinci vendido por R$ 1,5 bi

No final de 2017, uma obra em que Da Vinci retrata Cristo com uma esfera de cristal na mão foi a mais cara já vendida na história. O quadro, que foi arrematado em um leilão de Nova York, custou US$ 450,3 milhões para seu novo proprietário, cerca de R$ 1,5 bilhão, numa conversão direta para o real.

A venda da obra nomeada pelo artista de “Salvator Mundi” supera o preço da tela de Picasso que foi leiloada em 2015, pelo valor de US$ 179,4 milhões.

Obra que havia sido a mais valiosa vendida até então. O quadro foi vendido pelo bilionário russo Dmitry Rybolovlev, que havia a comprado em 2013 pelo valor de US$ 127,5 milhões.

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