5 famosos que têm a relação abalada com a Rede Globo

Após anos de serviços para a emissora, alguns artistas mantiveram atritos com a TV Globo. (Arquivo Blasting News)
Após anos de serviços para a emissora, alguns artistas mantiveram atritos com a TV Globo. (Arquivo Blasting News)

Fim de contrato, brigas e discussões são alguns motivos pelos quais artistas perderam espaço na Rede Globo.

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5 famosos que estão com sua relação estremecida com a Rede Globo
1

Xuxa Meneghel

A atriz trabalhou durante 29 anos na emissora, e em 2014 encerrou seu contrato de forma amigável, mas em 2015 assinou com a Record TV, estremecendo as relações com a Rede Globo.

2

Carolina Ferraz

Apesar de ter trabalhado 20 anos na emissora, em 2017 seu contrato não foi renovado e com isso entrou com um processo na justiça.

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Bom dia. 💙

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3

Maitê Proença

Ficou com raiva ao saber que estava sendo demitida da Rede Globo, em 2016. Entrou com um processo de indenização de direitos trabalhistas contra a emissora no valor de R$ 500 mil.

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Foi uma importante antropóloga americana, nascida em 1901. Aos 24 anos de idade, já com doutorado pela Columbia, Mead decidiu viver em Samoa, para se dedicar a estudos de campo. Na volta publica uma pesquisa : “Adolescência, Sexo e Cultura em Samoa” que reflete profundamente sobre a liberdade sexual feminina, elogiando as polinésias que adiavam o casamento por muitos anos para desfrutar de sexo casual na juventude. Esse foi o primeiro de muitos livros. Margaret Mead foi colaboradora e coordenadora de etnologia no Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque. Nesses tempos de coronavírus, o nome de Margaret Mead tem sido citado em redes sociais por conta de uma história que se aplica muito bem ao momento. Mead foi questionada por um aluno sobre qual seria o primeiro sinal de civilização na humanidade. A resposta esperada seria algo como ferramentas de caça, artefatos religiosos primitivos, objetos de cerâmica… Muito diferente disso, Mead disse que o primeiro sinal de civilização era um fêmur humano cicatrizado, encontrado em um sítio arqueológico e datando mais de 15000 anos. Mead argumentou que, no reino animal, uma fratura na perna quase sempre leva à morte, ficando a criatura, sem ter como buscar comida ou água nem se defender dos predadores. Um fêmur quebrado e cicatrizado significa que alguém tirou tempo para cuidar do indivíduo ferido até que ele se recuperasse. “Ajudar alguém durante a dificuldade é onde a civilização começa” disse ela. Margaret Mead morreu em 1976, mas suas ideias são discutidas e estudadas até hoje. #MargaretMead #mulherdefibra #antropóloga #MuseuAmericanodeHistóriaNatural

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