5 celebridades que atuaram em 'Sassaricando'

Cláudia Raia interpretou a Tancinha em 'Sassaricando'. (Arquivo Blasting News)
Cláudia Raia interpretou a Tancinha em 'Sassaricando'. (Arquivo Blasting News)

Sucesso de Sílvio de Abreu, 'Sassaricando' está sendo reprisada atualmente no Canal Viva

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5 artistas que nasceram em 'berço de ouro'
1

Cláudia Raia

A atriz Cláudia Raia se consagrou na teledramaturgia brasileira ao interpretar a Tancinha em "Sassaricando" (1987) e com o sucesso iniciou uma sequência de trabalhos com o autor Sílvio de Abreu.

2

Édson Celulari

O ator Édson Celulari interpretou Guel em "Sassaricando" (1987), depois atuaria em grandes produções como "Deus nos Acuda" (1992), "Fera Ferida" (1994) e "Explode Coração" (1996).

3

Maitê Proença

Maite Proença deu vida a Camila em "Sassaricando", depois atuaria em novelas como "Da Cor do Pecado" (2004), "Caminho das Índias" (2009), "Passione" (2010) e no remake de "Gabriela" (2012)

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Poeta brasileira, pioneira na poesia erótica no país. Carlos Drummond de Andrade a descreveu como “a primeira mulher nua da literatura brasileira”. Foi uma das fundadoras do Partido Republicano Feminino, que defendia o direito das mulheres ao voto. Se publicar um livro era difícil e ousado para mulheres, imaginem escrever e publicar literatura erótica. Gilka Machado nasceu em 1893, no Rio de Janeiro. Filha de uma atriz e um poeta. Começou escrever poesia ainda quando criança e aos 14 anos, venceu os três principais prêmios de um concurso literário, usando pseudônimos. Seu primeiro livro foi publicado em 1915, com direito a um prefácio de Olavo Bilac. Publicou outras obras poéticas, escandalizando a sociedade com o erotismo e com sua linguagem direta, ambos considerados “impróprios” para uma mulher. Foi criticada. Drummond nos explica: “Seria falso dizer que a poesia de Gilka era puro sensualismo. Com elementos simbolistas em sua formação, tinha também algo de misticismo, e às vezes acusava preocupações de ordem social, chegando a uma espécie de anarquismo romântico”. Em 1976, Gilka foi convidada por Jorge Amado para ser a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, mas recusou. Um ano depois, morre seu filho fez e Gilka encerra sua carreira com um último poema: “Meu Menino”. Em 1979, a poeta recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pela publicação de suas Poesias Completas. Gilka Machado, uma mulher pioneira em muitos sentidos, morreu em 1980. #gilkamachadomulherdefibra #mulherdefibra #poesia

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