O ano de 2017 tem sido especial para o Corinthians. Líder absoluto do Brasileirão, o clube vem promovendo, ao longo do ano, várias ações para relembrar a histórica conquista do Campeonato Paulista de 1977. Curiosamente, o título que acabou com um jejum de quase 23 anos veio em uma final contra a Ponte Preta, justamente o adversário da decisão de 2017, vencida pelo Timão em maio.

Os corintianos que viveram aquela época e as novas gerações lembram com carinho dos jogadores que participaram da partida decisiva. Veja onde estão hoje os heróis ainda vivos da histórica conquista, que completa quarenta anos nesta sexta-feira (13).

Tobias

Hoje com 68 anos, Tobias defendeu o gol do Corinthians entre os anos de 1975 e 1980. O ex-goleiro entrou para sempre na história do alvinegro em 1976, ao defender duas cobranças na disputa de pênaltis contra o Fluminense, pela semifinal do Campeonato Brasileiro que ficou conhecida como a "Invasão Corintiana" e por estar em campo na partida contra a Ponte no ano seguinte.

Tobias mora na capital paulista e está aposentado.

Durante o ano, tem participado dos eventos realizados pelo clube para relembrar a conquista de 1977. Há poucos dias, o Corinthians fez menção, nas redes sociais, à estreia do goleiro pelo clube.

Zé Maria

Com 577 jogos com a camisa do Timão, Zé Maria é um dos maiores ídolos da história do clube.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Futebol Corinthians

No Corinthians desde 1970, o ex lateral-direito sabia bem o que representava para a Fiel Torcida o longo jejum de títulos. Atualmente com 68 anos, o "Super-Zé" atua em um projeto social da Fundação Casa, voltado para a recuperação de jovens infratores, além de participar de eventos pelo clube.

Ademir

O ex-zagueiro está hoje com 69 anos. Ademir teve a oportunidade de participar da histórica decisão substituindo o titular Zé Eduardo, que cumpriu suspensão.

Atualmente, mora em Santa Bárbara D'Oeste, sua cidade natal, onde vende carros e é comentarista esportivo no rádio. Ademir, que jogou 215 jogos pelo clube, tem dois filhos.

Wladimir

Wladimir é outro que está no panteão dos grandes ídolos da história corintiana. O ex-lateral-esquerdo é simplesmente o jogador que mais vestiu a camisa do clube, com incríveis 805 jogos. Aos 63 anos, Wladimir ainda dá seus chutes pelo time de masters do Corinthians, além de cuidar dos interesses do filho, o lateral-direito Gabriel.

Basílio

O Pé-de-anjo, certamente, é o nome da lista que está mais em evidência nos últimos dias. Basílio entrou para a história ao marcar o gol do título, aos 36 minutos do segundo tempo. Atualmente residindo em São Paulo, o ex-atacante de 68 anos trabalha no próprio clube e é o garoto-propaganda dos eventos comemorativos relacionados à conquista de 1977.

Luciano

Luciano entrou em campo na decisão contra a Ponte Preta com a missão de substituir Palhinha, principal destaque do time, que marcou o gol da vitória na primeira das três partidas, mas se lesionou no segundo confronto. Após encerrar a carreira, o ex-atacante voltou para Recife, onde vive aos 68 anos.

Vaguinho

O mineiro Vaguinho é outro que tem participado com frequência dos eventos comemorativos do clube. Aos 69 anos, o ex ponta-direita atua na equipe de masters do Corinthians. Com 548 jogos e 108 gols pelo Timão, Vaguinho era um dos remanescentes da final de 1974, contra o Palmeiras. Por isso, a conquista teve um sabor todo especial para o jogador.

Geraldão

Geraldão foi o artilheiro do Corinthians no Campeonato Paulista de 1977, com 23 gols. O ex-atacante, aos 68 anos, é professor em escolinhas de Futebol na capital paulista.

Romeu

Romeu Cambalhota veio do Atlético-MG para o Corinthians em 1974. O ex-ponta esquerda, que ganhou o apelido por causa de suas comemorações de gols, atualmente mora na cidade de Barueri e trabalha vendendo consórcios, além de bater sua bola em times de veteranos.

Formavam ainda a equipe que entrou em campo naquele 13 de outubro de 1977, o zagueiro Moisés e o volante Ruço, já falecidos, assim como o treinador Oswaldo Brandão, que curiosamente comandava a equipe em 1954, ano da última conquista do Corinthians até aquele dia. Recentemente, Wladimir, Vaguinho, Basílio e Zé Maria se reencontraram para reconstruir o gol que pôs fim ao jejum alvinegro.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo