Na última sexta-feira (22), durante reunião realizada pela CBF, foi aprovada a disputa da Supercopa do Brasil a partir de 2020. O formato que já vem sendo disputado em países como Espanha, Inglaterra e até Argentina, colocará frente à frente os campeões da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro do ano anterior.

A competição já vinha sendo pedido a algum tempo pelos fãs do futebol. Agora que foi aprovado fizemos uma lista de jogos que jamais veremos.

2014 - Atlético MG x Cruzeiro

Nossa lista começa com um dos maiores clássicos do Brasil.

O Galo não contava mais com Ronaldinho e Jô que ajudaram o time a vencer a Libertadores no ano anterior. Mas a defesa consistente, a velocidade do ataque e o entrosamento, levaram o time de Levír Culpi até o título da Copa do Brasil.

Campeão Brasileiro do ano anterior, o Cruzeiro, equilibrado em todos os setores, repetiu a boa campanha e tornou-se bicampeão no comando de Marcelo Oliveira.

Levando em consideração, os elencos até o fim daquele ano, as escalações seriam:

Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Josué e Dátolo; Luan, Carlos e Diego Tardelli.

Formação: 4-3-3

Técnico: Levír Culpi

Cruzeiro: Fábio; Mayke, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Lucas Silva, Henrique e Éverton Ribeiro; Ricardo Goulart, William e Marcelo Moreno.

Formação: 4-2-3-1

Técnico: Marcelo Oliveira

2015 - Corinthians x Palmeiras

No ano de 2015, Corinthians e Palmeiras travaram boas disputas durante todo o ano.

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Não a toa se sagraram campeões nacionais.

No Brasileiro, o time alvinegro comandado por Tite foi praticamente perfeito taticamente. Com uma formação ofensiva e com rápidas trocas de passes, o time do Corinthians se sagrou campeão tendo o melhor aproveitamento até então.

Em contrapartida, o Palmeiras ainda era um time em formação. Com a recém chegada da nova patrocinadora, o time que havia escapado de outro rebaixamento no ano anterior, iniciou o ano se destacando por conta das diversas contratações feitas.

Atual bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro, Marcelo Oliveira chegava ao Palmeiras em 2015 para comandar o time na conquista da Copa do Brasil sobre o Santos.

Levando em consideração as escalações até o fim daquele ano, os times entrariam em campo da seguinte forma:

Palmeiras: Fernando Prass; Lucas, Jackson e Victor Hugo, Zé Roberto; Matheus Sales e Arouca, Robinho; Gabriel Jesus, Dudu e Lucas Barrios.

Formação: 4-3-3

Técnico: Marcelo Oliveira

Corinthians: Cássio; Edílson, Felipe e Gil, Guilherme Arana; Ralf, Renato Augusto e Elias; Jadson, Malcom e Vagner Love.

Formação: 4-1-4-1

Técnico: Tite

2001 - Atlético-PR x Grêmio

Muitos acham que aquele time de 2004 foi o melhor time da história do Atlético-PR.

Mas poucos se lembram que aquela formação começou em 2001, quando o time se tornou Campeão Brasileiro pela primeira vez.

Com um meio campo de pura qualidade e um ataque matador, Geninho levaria o time até o título Brasileiro daquele ano.

Campeão da Copa do Brasil, batendo o favorito time do Corinthians daquele ano, Tite tinha em mãos um timaço que mesclava juventude e experiência. Um meio de campo digno de respeito.

Levando em consideração os elencos até o fim daquele ano, as escalações seriam:

Atlético-PR: Flávio, Gustavo, Nem e Rogério Corrêa; Alessandro, Cocito, Kléberson, Souza e Fabiano; Kléber Pereira e Alex Mineiro.

Formação: 3-5-2

Técnico: Geninho

Grêmio: Danrlei; Marinho, Mauro Galvão e Roger; Anderson Lima, Anderson Polga, Tinga, Zinho e Rubens Cardoso; Marcelinho Paraíba e Luís Mário

Formação: 3-5-2

Técnico: Tite

2010 - Fluminense x Santos

Com o Flamengo tendo sido campeão brasileiro em 2009, o Fluminense precisava sair da fila que já duravam 26 anos. A Unimed era patrocinadora do clube e abriu os cofres pra trazer Muricy Ramalho e Emerson Sheik.

Não foi fácil. O Fluminense brigou até a última rodada com Cruzeiro e Corinthians, mas se tornou campeão daquele ano com um elenco de respeito.

Dizem que raios não caem duas vezes no mesmo lugar. Para o Santos isso é apenas uma piada. Por lá, alguns bons raios já caíram três vezes.

Recém-eleito presidente do Santos naquele ano, Laor presenteou a torcida com a volta de Robinho. Sem muito dinheiro então, jogadores da base se juntavam ao time profissional para a temporada.

Dorival Júnior ganhou de presente um time veloz, matador e que se tornaria campeão da Copa do Brasil em um ano que tinha tudo pra dar errado.

Levando em consideração os elencos até o fim daquele ano, os times entrariam em campo da seguinte maneira:

Fluminense: Ricardo Berna; Mariano, Gum Leandro Eusébio e Carlinhos; Diguinho, Valencia, Julio César e Conca, Emerson Sheik e Fred (Washington).

Formação: 4-4-2

Técnico: Muricy Ramalho

Santos: Rafael; Pará, Bruno Aguiar, Durval e Alex Sandro; Arouca, Wesley e Paulo Henrique Ganso; Robinho, Neymar e André.

Formação: 4-3-3

Técnico: Dorival Júnior

2009 - Corinthians x Flamengo

O Flamengo era um time mediano até a contratação do atacante Adriano. Depois disso, o Imperador deu outra cara para o time e foi um dos principais responsáveis pela campanha até o título brasileiro do Flamengo.

Campeão Brasileiro da Série B, o Corinthians estava de volta à elite do Futebol. O objetivo do clube era claro: classificar-se para a Libertadores do próximo ano para tentar o título, inédito até então, no ano do centenário.

No início do ano, o clube paulista surpreendeu a todos contratando Ronaldo Fenômeno. Com o título do campeonato brasileiro ficando distante, o time focou totalmente na conquista da Copa do Brasil.

Levando em consideração as escalações até o fim daquele ano, os times entrariam em campo assim:

Flamengo: Bruno; Leo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Airton, Everton, Willians, Petckovic e Zé Roberto; Adriano Imperador.

Formação: 4-5-1 e 4-4-2

Técnico: Andrade

Corinthians: Felipe; Alessandro, Chicão, William e Marcelo Oliveira; Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo Fenômeno.

Formação: 4-4-3

Técnico: Mano Menezes

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