Após o empate de 1 a 1 com o Botafogo no último domingo pelo Campeonato Carioca, o Fluminense se reapresentou na manhã desta segunda no CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, dando início aos seus preparativos para o duelo de volta da Copa Sul-Americana na quinta, às 19h15 (de Brasília), no Chile, contra o Deportivo Antofagasta.

Nesse desafio, o Tricolor não contará com os zagueiros Digão, Nino e Léo Santos, além do meia Paulo Henrique Ganso. Diante disso, o técnico Fernando Diniz ensaiou algumas novidades.

Publicidade

No setor defensivo, apesar de contar com Paulo Ricardo e Frazan, dois especialistas da posição, o comandante pensa em improvisar o volante Aírton na função. Assim, o jovem Caio, revelação das categorias de base, ganharia uma oportunidade no time titular.

Segundo o zagueiro Matheus Ferraz em entrevista coletiva à imprensa, o elenco do Flu é bastante qualificado e, apesar das ausências, tem total condição de garantir a vaga na próxima fase da Sul-Americana no campo do adversário. "Independentemente de quem jogar, está preparado.

Por quem o Diniz optar, vai fazer um grande jogo", disse o atleta em entrevista concedida após o treino. Na terça, pela manhã, o Fluminense realiza mais um trabalho no CT Pedro Antônio. Logo em seguida, a delegação carioca embarca para o Chile.

Fluminense apoia decisão sobre o Maracanã

Além do importante jogo pela Sul-Americana, a decisão do Governo do Rio de Janeiro de cancelar a concessão do Maracanã, oficializada também na manhã desta segunda, foi assunto no Fluminense. Através de nota oficial, a diretoria do Tricolor, um dos clubes com contrato para atuar no estádio, avaliou essa decisão como positiva e espera que, a partir de agora, os clubes possam ter voz mais ativa tanto na concessão quanto na administração do local.

Publicidade

Em entrevista coletiva, o governador do Estado do Rio, WIlson Witzel, disse que o Consórcio Odebrecht, responsável pela gestão do Maracanã desde o fim da Copa das Confederações de 2013, tem um dívida de R$ 38 milhões com os cofres públicos e, por isso, optou pelo rompimento da parceria.

O Fluminense foi o primeiro a firmar um vínculo para ter o direito de utilizar as dependências do Maracanã. Na ocasião, o Tricolor seria responsável por gerir apenas as arquibancadas atrás dos gols. Em compensação, não dividiria qualquer custo de operação.

Algum tempo depois, houve um aditivo no contrato, válido por 35 anos, levando o Flu a dividir o operacional do uso do Maracanã. A partir de então, o clube das Laranjeiras passou a acumular prejuízos.