O bloco Fervo da Lud teve que encerrar as atividades mais cedo que o previsto depois que uma confusão generalizada causou um grande transtorno na multidão de foliões que seguia o trio nesta terça (5), por volta das 12h30. Ludmilla dominava toda a massa quando uma confusão acabou interrompendo as atividades do trio. Ainda não se sabe ao certo o que começou a grande confusão entre o público, estimado pela organização em 1,2 milhão de pessoas.

De todo modo, depois que se iniciou a baderna generalizada, o que se viu foi uma cena de guerra.

Os policiais tiveram que conter a multidão usando bombas de efeito moral e, em alguns casos, a força física, com cassetetes. Segundo o G1, ao menos 217 foliões e 3 PMs acabaram feridos na confusão. Um folião usou uma barra de ferro para intimidar os policiais e acabou sendo detido.

O homem que foi preso após usar de violência contra a PM teve todo seu ato gravado pela GloboNews.

Ele resistiu à prisão e chegou a ameaçar policiais com uma barra de ferro. A polícia, por sua vez, precisou usar de violência para imobilizar o folião. Ele foi derrubado no chão e acabou sendo algemado e levado para a viatura da polícia. O suspeito foi conduzido à viatura com o rosto sangrando.

Cenas de guerra nas ruas do Rio

A cobertura do G1 e GloboNews filmou parte das cenas de guerra nas ruas do Rio.

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Fofocas Carnaval

Era possível ver, por exemplo, uma foliã sendo carregada ferida em meio a confusão, muita fumaça por conta das bombas de efeito moral e pessoas correndo desesperadas para todos os lados. Ludmilla decidiu encerrar as atividades do bloco quando percebeu a confusão. Ainda segundo as fontes de notícia ligadas à Globo, por volta das 13h45 tudo já estava mais calmo e as pessoas já havia se dispersado.

Segundo os números oficiais, no posto médico que foi montado próximo de onde o bloco ficaria, 217 pessoas chegaram a ser atendidas e 29 precisaram de atendimento mais especializado, sendo levadas para hospitais da região, mas não necessariamente com ferimentos graves, conforme explicou a Prefeitura do Rio.

Tudo porque, como o volume de feridos se aumentou repentinamente, a capacidade de atendimento nas unidades próximas se esgotou e alguns tiveram que ser conduzidos para os hospitais. Além disto, 12 pessoas ainda procuraram diretamente o Hospital Souza Aguiar. A maioria das vítimas se queixava dos efeitos das bombas de efeito moral usadas na ação da polícia.

Ludmilla fez uma postagem no Instagram, sem foto, lamentando todo o ocorrido.

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