Pessoas em todo o mundo estão totalmente desiludidas quando o assunto é #Religião. A cada dia que passa, o número dos indivíduos que se auto-denomina de ‘não religiosos’ está crescendo ao ponto de muitos especialistas, governantes e críticos em geral traçarem como, no mínimo incerto, o amanhã das denominações religiosas existentes.

Os motivos do abandono gradativo da religião são muitos. Decepção com os atos cruéis e ações terroristas como a do último dia 13/11 na França em nome da religião e também pela participação destruidora dos líderes religiosos em escândalos de caráter sexual, que muitas vezes são abafados pelos seus superiores.

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Índice Global de Religião e Ateísmo de 2012 (em inglês), publicado pela Gallup International, com pesquisas de campo realizadas em 57 países que concentram número superior a 73% da população do mundo, revela que as pessoas estão simplesmente deixando de ser religiosas como descrito abaixo: 

  • ÁFRICA DO SUL: regrediu em 19% a quantidade de sul-africanos que afirmavam ser religiosos entre os anos de 2005 a 2012;
  • AUSTRÁLIA: a realidade é que 50% dos australianos afirmam não ser religiosos e 10% são “ateus convictos”;
  • ESTADOS UNIDOS: caiu em 13% as pessoas ditas religiosas desde 2005; outros 20% que participaram da enquete não eram filiados a nenhuma religião. 30% Dos indivíduos adultos com idade inferior a 30 anos, também não queria saber de religião;
  • FRANÇA: só 37% dos que responderam o questionário disseram ser religiosos. Outros falaram que são ateus ou não possuem uma religião específica;
  • IRLANDA: 45% dos entrevistados deixaram a religião e 10% eram ateus;
  • JAPÃO: conta com 62% de japoneses ateus. Somente 16% dos entrevistados afirmaram possuir uma religião;
  • TUNÍSIA: realizou uma pesquisa de forma independente no ano de 2013 e aproximadamente 60% das pessoas questionadas não continuam indo as mesquitas e fazem suas preces nas próprias casas;
  • VIETNÃ: caiu de 53% para 30%. de 2005 a 2012, o percentual de cidadãos que diziam ser religiosos.

Há fatores secundários que reforçam a inclinação das pessoas de abandonar definitivamente as religiões, tais como: a prosperidade material, ou seja, quanto mais rico alguém se torna, também menos religioso ele se diz, ou seja, é correto se afirmar que em várias nações, a prosperidade da riqueza promove o materialismo que não dá espaço para o #Comportamento religioso.

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Um outro componente nocivo são tradições religiosas e normas de moral, onde Tim Maguire, assessor de comunicação da Sociedade Humanista da Escócia relatou que: “se for observado como as igrejas se comportaram através dos séculos, todos compreenderão porque as pessoas não as consideram mais uma bússola moral”, principalmente os jovens.

E para encerrar há a questão da religião e aporte financeiro que expressam o estilo de vida nababesco incorporado por muitos líderes religiosos, diferente da situação econômica em que se encontra o literalmente pobre rebanho que “conduzem”.

O mais curioso é que os livros religiosos das principais religiões do mundo, condenam a postura hipócrita dos seus dirigentes. A Bíblia dos cristãos, por exemplo, afirma em um dos seus evangelhos que o Cristo disse através de uma parábola baseada na humildade que: “as raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem (Jesus Cristo) não tem onde deitar a sua cabeça”. Que crassa e triste diferença da maioria das religiões e seus líderes da atualidade que levam a perda da fé de grande parte da população.

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#Igreja