No último domingo (15), foi divulgada uma pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a gestão de Marcelo Crivela, o atual prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Por meio da pesquisa, é possível ver os índices de aprovação obtidos pelo político durante a sua trajetória como comandante do município.

É possível indicar que apenas 8% dos entrevistados consideram que Crivella fez um mandato que vai de bom a ótimo. Enquanto isso, 20% das pessoas questionadas pelo Datafolha afirmaram que a gestão do prefeito pode ser considerada apenas regular.

Os números ligados às pessoas que não consideram a atuação de Marcelo Crivella algo bom e, portanto, definiriam a gestão do prefeito como “ruim” ou “péssima”, são bastante altos e representam a esmagadora maioria dos habitantes do Rio de Janeiro, chegando a 72% do total entre os entrevistados pelo Datafolha.

Por fim, é possível citar ainda que 1% dos habitantes da capital carioca afirmou que não sabia opinar sobre esse tópico. O levantamento realizado pela pesquisa citada foi encomendado por dois jornais, a Folha de S.Paulo e O Globo.

Para conseguir obter os dados descritos anteriormente, o Datafolha chegou a entrevistar 872 pessoas, e a pesquisa foi realizada no período compreendido entre os dias 11 e 13 de dezembro somente na cidade do Rio de Janeiro. Também é válido destacar uma margem de erro de 3%, que deve ser levada em conta para mais ou para menos.

Queda em relação à última pesquisa

A popularidade da gestão de Marcelo Crivella sofreu uma queda em relação à última pesquisa realizada.

Ainda no mês de março de 2018, 61% dos entrevistados responderam que consideravam a gestão do prefeito ruim ou péssima; 9% responderam que era de boa para ótima; 27% caracterizaram a atuação de Crivella como regular; e, por fim, 2% afirmaram que não sabia opinar a respeito do assunto.

Retomando a atual pesquisa, ainda é possível pontuar que 68% dos habitantes do Rio de Janeiro afirmam que, atualmente, a saúde é o principal problema enfrentado pelo município. Quando se considera pesquisas anteriores, apenas 27% da população viam a saúde como o principal entrave no Rio.

Atualmente, a cidade está passando por uma crise financeira, e esse caos levou ao colapso do serviço municipal de saúde, além de gerar atrasos nos pagamentos os funcionários dos setores e culminar em uma greve.

Devido a uma determinação judicial, que ocorreu na última sexta-feira (13), a prefeitura deverá criar imediatamente um gabinete de crise. O pedido partiu da Defensoria Pública e também do Ministério Público do Rio de Janeiro.

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