A veterana do jornalismo Leda Nagle pediu desculpas por ter espalhado uma notícia falsa dizendo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia planejado matar o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

As informações lidas pela jornalista eram de um perfil do Twitter atribuído ao novo diretor-geral da PF (Policia Federal), Paulo Gustavo Maiurino. Nagle leu o que estava escrito durante uma live no seu próprio canal do YouTube. Contudo, o perfil de onde ela tirou a informação era falso.

Nas imagens do vídeo, que foi ao ar no sábado (18), ela leu que o perfil atribuído ao delegado Paulo Maiurino havia postado uma nota dizendo que Lula, em conjunto com membros do Supremo Tribunal Federal, tinha um plano para matar Bolsonaro.

Essa leitura fez com que houvesse muitas criticas nas mídias sociais. Por conta disso, o nome da Leda Nagle chegou aos assuntos mais comentados no Twitter.

Em suas mídias sociais, Leda Nagle publicou uma nota lamentando o que aconteceu. Ela explicou que leu essa informação no último sábado (18), durante uma live para um grupo fechado chamado Clube da Notícia, no qual ela debate o noticiário com seguidores que assinam esse serviço do seu canal.

Na nota, ela afirma que todos os membros do seu Clube da Notícia têm voz e trocam informações sempre checando coletivamente os fatos das diversas mídias tradicionais e da internet. No sábado, diz ela, leu um tuíte que viralizou na rede social.

Um dos membros, "por má fé ou porque ficou impactado pela notícia", segundo ela, separou um pedaço da live de 47 minutos e viralizou antes dela checar a veracidade do que espalhou.

Entenda a polêmica

A polêmica aconteceu quando a jornalista Leda Nagle compartilhou uma notícia falsa de que o ex-presidente Lula e ministros do STF estariam tramado um plano para matar Bolsonaro. A leitura de Leda ajudou a notícia falsa a se espalhar pela internet nos últimos dias, principalmente pelos seguidores do presidente.

A notícia falsa se originou num perfil falso no Twitter atribuído ao novo diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Paulo Gustavo Maiurino. Ele entrou no comando do órgão no começo de abril. O novo ministro Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, decidiu trocar o diretor-geral, colocando Maiurino no posto que antes pertencia a Rolando de Souza.

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