Você deve ter muito cuidado ao comer carne de frango. Apesar de supostamente mais saudável do que a carne vermelha, alguns cuidados precisam ser tomados, principalmente no que tange a aparência da carne branca consumida.

A proteína de frango é uma das mais consumidas no Brasil e no mundo, por ser mais barata, via de regra, do que a carne bovina, por exemplo. É muito comum seu consumo em classes de mais baixa renda. A carne branca também é comum em pessoas que fazem dietas, por ser mais magra. Quem nunca ouviu falar que um filé de peito de frango grelhado é uma ótima alternativa para quem quer emagrecer? Para ter uma ideia, um peito de um frango médio de granja tem em média 43 gramas só de proteínas.

Se você não sabe, a proteína é o principal alimento para os músculos. Também pode dar a sensação de saciedade mais rápida.

Pois bem, mas os cuidados devem ser tomados, em especial com a carne do frango. Você já viu na parte de cima do peito do frango? Se não, olhe da próxima vez que for preparar. É aí que mora o perigo da carne. Você sabe o que são e por que deve prestar atenção nelas?

O detalhe que pode te salvar de um problema mais grave

Um estudo feito por uma séria instituição acadêmica mundial, a Oxford Academic, constata que as linhas brancas no frango são normais, mas cabe o alerta. O perigo mora justamente quando a quantidade de linhas brancas aumenta na carne.

Uma carne saudável apresenta uma menor quantidade de linhas brancas. Já uma carne que não deveria ser consumida apresenta uma quantidade de linhas muito além do esperado.

Para ajudar no entendimento, veja a imagem abaixo:

A carne mostrada no item A é considerada magra e saudável para o consumo. Já a figura B mostra uma quantidade de gordura anormal e cabe o alerta de consumo. Já a carne da letra C tem seu consumo indesejado, dada a quantidade de gordura.

As linhas brancas, então, representam a quantidade de gordura entranhada na carne. Para se ter uma ideia, a pesquisa concluiu que a gordura total no item C é 224% maior que aquela percebida no peito de frango da letra A.

Outro dado alarmante

Segundo ainda a instituição de pesquisa, o frango de 1957 era 400% menor que o animal de hoje em dia. Claro que existe um trabalho de genética pesado em cima dos animais, mas também a alimentação e a forma de criar os animais é outra justificativa. A introdução de hormônios na ração pode também justificar.

Por outro lado, as indústrias da proteína garantem que o frango brasileiro não têm hormônios. Já no dito popular, poucos acreditam que um pintinho possa virar um frango de granja, em apenas 45 dias, sem introdução hormonal.

De todo modo, a carne de frango continua sendo uma importante aliada na alimentação balanceada, tomados os devidos cuidados.

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