5 contradições nos depoimentos de Flordelis no inquérito da morte de Anderson do Carmo

Depoimentos contraditórios da deputada podem apontar suposto envolvimento na morte do pastor. (Arquivo Blasting News)
Depoimentos contraditórios da deputada podem apontar suposto envolvimento na morte do pastor. (Arquivo Blasting News)

A deputada prestou dois depoimentos na Delegacia de Homicídios de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, e apresentou diferentes versões.

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Momento da morte de Anderson do Carmo

De acordo com o portal G1, em seu primeiro depoimento à polícia, Flordelis havia afirmado que dormia em seu quarto quando teria ouvido disparos, mas que teria voltado a dormir pelo fato ser rotineiro na região em que morava. Neste mesmo depoimento, a deputada caiu em contradição ao afirmar que conversava com um dos filhos no momento em que ouviu os disparos.

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Local onde o corpo do pastor foi encontrado

Segundo informações do site G1, no último depoimento prestado à polícia, Flordelis afirmou que seus filhos teriam avistado o corpo de Anderson do Carmo alvejado na garagem, e que não teriam permitido que ela descesse para ver a cena. Depoimento distinto do primeiro, onde a deputada afirmou que havia visto o corpo do marido.

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Faz uma semana que perdi meu marido. Quem conheceu a minha vida com ele imagina a falta que ele me faz e pode imaginar o quanto estou atordoada. Mas, sou forte. Deus me fortalece. Por isso, não perco a fé. Canto em silêncio uma das músicas que sempre me deu muita força: “Volta por Cima” ”Quem impedirá o agir de Deus?”. Deus tem me dado forças. Vejo isso no olhar dos meus meninos e das minhas meninas, minhas filhas e meus filhos, frutos da minha uma dedicação férrea à vontade de fazê-los felizes. A semana me passou a ideia de que o tempo parou. A dor é enorme, pela perda e pelas calúnias e notícias confusas que a cada minuto, cada minuto mesmo, brotam sabe-se lá de onde. Já falaram ter sido um crime passional, já disseram ser um crime por dinheiro, já incluíram a infidelidade. Acusam meus meninos, mas eu tenho esperança dos acusadores estarem errados e quero muito confiar na Justiça. É uma dor, às vezes, insuportável. O crime aconteceu na nossa casa e isso me faz reviver aquele momento trágico cada minuto em que estou presente. A imprensa não me deixa em paz. Na segunda-feira, serei ouvida pela polícia. O primeiro depoimento como manda a lei. Já fiz isso várias vezes. A primeira, poucas horas após o crime. Sem direito ao luto. Na terça-feira, à tarde, falarei com a imprensa . Um calvário necessário, para ver se consigo aplacar as insinuações, as dúvidas que criam versões desencontradas. Quem sabe, conseguirei? Peço as orações, mesmo daqueles que sem conhecer a história me condenam e condenam meus filhos. A todos os que acreditam em Deus, eu peço as orações para que se faça Justiça. Nossa última sessão de fotos!

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