Todo conhecimento humano é marcado por um princípio e um fim, e em ambos os casos tem-se uma incógnita: De onde viemos e para onde vamos? O homem tem buscado constantemente entender a origem da vida e o que acontece depois que a matéria acaba.

Para essas perguntas os cristãos tem as respostas. Segundo o Livro de Apocalipse, capítulo 22 e versículo 13 o Senhor afirma: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim”. Dito isto, ainda existe mais questionamentos: ‘como?’, de ‘onde?’, ‘através de que?’. E Ele responde no Livro de Romanos, capítulo 12 e versículo 3: ‘Não saiba mais do que convém saber’.

Não são as respostas que queríamos ouvir, mas elas reconfortantes, pois mostra que o Senhor ouve as indagações do homem.

Os mistérios de Deus são muitos. Mas, convém que cada um seja revelado conforme o tempo de Deus. Até porque a criatura não deve ficar contestando seu criador e em Romanos temos essa repreensão: ‘Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?’ (Rm 9:20).

Todas essas citações estão contidas no Livro da Bíblia que serve como bússola para os cristãos, e por assim ser é que no início da era cristã o Império Romano se sentiu incomodado e perseguiu muitos adeptos de Jesus Cristo, inclusive, João que era um de seus apóstolos e que continuou levando o evangelho de Jesus por todos lugares em que andava.

João foi preso por pregar a Palavra de Deus e de Jesus Cristo em lugares situados no Mediterrâneo, mas precisamente na Grécia, onde foi levado para a ilha de Patmos, situada a leste do mar Egeu, próximo a Turquia.

Visões apocalípticas reveladas a João, por Jesus

No ano de 95 d.C., já com a idade avançada e preso na pequena ilha de Patmos - situada no Egeu Meridional, Grécia - por defender a palavra de Deus, João recebeu a graça de ver as grandes coisas que marcariam o início do fim do mundo, mas não só o apocalipse, como também visualizou o segredo que Deus tem preparado para os homens: “um novo céu e uma nova terra” (Apocalipse 21).

Mas, tudo começa quando João ouve uma grande voz que o orienta a escrever as sete igrejas que se encontram na Ásia (Apocalipse 1: 11). Em seguida, João descreve que ao se virar para ver quem falava com ele, eis que viu sete castiçais de ouro (Apocalipse. 1: 12) e Aquele tinha em sua destra sete estrelas (Apocalipse.

1: 16). O evangelista João afirma que ao ver aquele que lhe falava, não resistiu e então caiu aos seus pés e Ele lhes disse "Não temas; Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno" (Apocalipse 1: 18-19).

No decorrer da narrativa de João, Jesus então lhe revela quais são os significados dos sete castiçais de ouro e das sete estrelas em sua destra. “As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas”.

É dessa forma que é iniciado o Livro de Apocalipse com João vendo Jesus e posterior escrevendo os recados para as sete igrejas sobre o que nelas está agradando e desagradando a Deus.

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