Pfizer e os e-mails
No ano de 2020, pelo menos 81 e-mails da Pfizer foram ignorados pelo governo brasileiro. O conteúdo tinha como objetivo uma negociação que colocasse o Brasil como linha de frente na prioridade de compra dos imunizantes. Contudo, a demora em responder à Pfizer atrasou o início da vacinação com o imunizante no Brasil. (Foto: Divulgação/Pfizer)
Vamos virar jacarés
Uma das maiores gafes de Jair Bolsonaro foi dizer para a população que quem tomasse o imunizante acabaria "virando jacaré". A força de expressão do presidente fazia referência a uma metáfora de possíveis efeitos colaterais da vacinação. (Foto: Reprodução/Pixabay)
Agilidade criticada
Em dezembro passado, Bolsonaro declarou que a "pressa" da população brasileira pela vacina não se justificava. Na opinião do presidente, a pandemia acabaria até o fim de 2020. (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Aprovação da CoronaVac
No dia 17 de janeiro deste ano, a Anvisa aprovou o uso da vacina CoronaVac. Apesar da comemoração popular e dos profissionais de saúde, o governo anunciou que iniciaria a campanha de vacinação em três dias. Os governadores brasileiros ignoraram o governo federal e iniciaram a aplicação das primeiras doses da vacina no mesmo dia da aprovação. (Foto: Divulgação/Governo de São Paulo)
Falsas negociações
Cerca de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca teriam sido negociadas para o Ministério da Saúde pelo militar Luiz Paulo Dominguetti. A negociação estaria sendo realizada por intermédio de uma empresa americana. No entanto, o laboratório informou que as negociações são realizadas apenas diretamente com governos. Além do conflito, o fato acabou gerando uma denúncia de suposta propina. (Foto: Divulgação/Astrazeneca)
Indiretas à China
Aliados e integrantes do governo de Jair Bolsonaro atacaram a China diversas vezes, causando um conflito nas relações diplomáticas entre os países. A situação gerou um atraso no recebimento de insumos necessários para fabricação dos imunizantes, em especial a CoronaVac. (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Amazonas e Amapá
Em fevereiro deste ano um erro de entregas de vacinas ocorreu por parte do governo federal. As doses que deveriam ser enviadas para o estado do Amazonas foram parar no Amapá. O erro foi desfeito através de uma nova viagem responsável por realizar as trocas. (Foto: Divulgação/Governo Federal)
Covaxin e suposta corrupção
Com o empenho do governo federal, uma negociação com a Covaxin foi realizada, mesmo sem que o imunizante tivesse sido aprovado pela Anvisa. O governo chegou a anunciar a compra de 20 milhões de doses do imunizante, no entanto, após uma suspeita de corrupção, a negociação foi cancelada. (Foto: Reprodução/Pixabay)
Doses que não foram recebidas
No dia 2 de agosto deste ano, o governo anunciou que São Paulo havia recebido 48,3 milhões de doses de vacinas. Logo depois, no dia 6, a atualização caiu para 41,9 milhões de doses. O Ministério da Saúde ainda não justificou a diferença no número de doses. Recebendo remessas menores, o governo de São Paulo levou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). (Foto: Divulgação/Governo de São Paulo)
Suspeitas de vacinas vencidas
Os sistemas de controle de vacinação sofreu um erro que deu a entender que pelo menos 26 mil brasileiros haviam sido vacinados com imunizantes vencidos da AstraZeneca. Prefeituras do Brasil inteiro foram mobilizadas pelo caso e contestaram os dados. (Foto: Reprodução/Pixabay)