Neste domingo (31), um áudio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, circulou entre caminhoneiros. Nele o ministro fala da impossibilidade de atender algumas das principais reivindicações da categoria. Em nota, segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pasta confirmou a autenticidade da mensagem.

A categoria dos caminhoneiros determinou que as paralisações terão início nesta segunda-feira (1º), porém, o ministro minimizou o movimento grevista. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o ministro disse que mantém contato com as principais lideranças do setor e que grande parte dos trabalhadores não irá aderir à greve.

Para melhorar as condições de trabalho e reduzir os custos da classe dos caminhoneiros, o ministro afirmou que a pasta está estudando algumas ações, como a revisão das normas de pesagem e a criação de novos postos de paradas.

Para Freitas, o áudio vazado não contém nada de mais, além de uma explicação de como as coisas são e que não adianta cobrar aquilo que no momento é impossível realizar.

O ministério da Infraestrutura, por sua vez, disse que o ministro "reafirmou o seu posicionamento em referência às ações setoriais adotadas pela pasta".

Bolsonaro diz cobrar redução do preço a Petrobras

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que cobrou da Petrobras a redução do preço do óleo diesel, mas que "não é fácil". Segundo ele, o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, disse que a cotação acompanha o valor internacional e que a gasolina interna é a mais barata dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Bolsonaro ainda apelou no sábado (30) para que os caminhoneiros não realizem a greve.

O presidente da República ainda afirmou que não houve interferência na política de preços e destacou ter feito também um pedido de redução PIS/COFINS junto à Receita Federal, mas percebeu que não tem como.

Segundo Bolsonaro, a redução da PIS/CONFIS do óleo diesel geraria um impacto bilionário para os cofres públicos.

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