O Fluminense corre para ter o seu time ideal na segunda rodada do Campeonato Carioca. Até a tarde desta quarta-feira, o departamento jurídico da equipe das Laranjeiras busca derrubar a liminar impetrada pelo Real Noroeste, do Espírito Santo, a qual impede a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de aceitar inscrições de atletas contratados por parte do Tricolor.

Há cerca de alguns dias, o Real Noroeste entrou na Justiça, alegando que o Flu não tinha repassado parte da dinheiro arrecadado pelas negociações do atacante Richarlison ao Watford e ao Everton, ambos do futebol inglês. Junto com o bloqueio do registro dos jogadores, o Tricolor foi condenado a pagar mais de R$ 10 milhões ao clube capixaba.

Diante da liminar, o Fluminense, até o momento, não pode escalar o lateral-esquerdo Marlon e os atacantes Matheus Gonçalves e Yony Gonzalez.

O zagueiro Nathan Ribeiro e os volantes Luiz Fernando e Caio Henrique também não estão regularizados.

Na quinta, às 21h30 (de Brasília), o Flu enfrenta o Americano no Elcyr Resende, em Bacaxá, distrito de Saquarema. Além dos jogadores impedidos pela Justiça, o Tricolor não contará com Digão, que sofreu um estiramento muscular. Outro que pode ficar de fora é Bruno Silva, acometido por uma forte gripe.

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Diante dos inúmeros problemas, o técnico Fernando Diniz deve escalar o seguinte time: Rodolfo, Ezequiel, Matheus Ferraz, Roger Ibañez e Mascarenhas; Aírton, Zé Ricardo e Daniel; Everaldo, Luciano e Marquinhos Calazans.

Justiça volta a negar recurso contra a Assembléia-Geral de sábado

Não só dentro de campo que o Fluminense vem convivendo com questões judiciais. Na última terça, o desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), rejeitou os embargos de declaração da Letícia Tavares Gomes contra a Assembleia Geral de sábado marcada para o próximo sábado, na sede das Laranjeiras.

Foi a terceira tentativa de Letícia de querer interromper a Assembleia convocada pelo presidente Pedro Abad, na qual os sócios decidirão se as eleições de novembro serão antecipadas. Segundo a tricolor, com a decisão de Abad, ela não poderá participar do evento do final de semana por não ter tempo mínimo de associação para ganhar o direito de voto, sentindo-se, assim, lesada.

No embargo do jurista, porém, deixa em aberto a possibilidade de haver novo recurso.

Isso porque, de acordo com o desembargador, a Letícia Tavares poderá questionar, no seu entendimento, se os direitos dela forem realmente violados. Se desejar recorrer, a sócia só poderá fazê-lo em Brasília, uma vez que a Justiça do Rio se esgotou.

A Assembleia-Geral do Fluminense acontecerá das 9 às 18h (de Brasília). Caso sejam antecipadas, as eleições presidenciais do clube devem ocorrer no final de março.

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