"Tia Jen, tia Jen, amo você tia Jen", foram as palavras de Sean Tarala, segundos antes de esbarrar contra sua tia, Jennifer Connel. Sean estava festejando seu oitavo aniversário com Família e amigos e não conseguiu esconder a felicidade da chegada de sua tia Jen. Ao correr para seus braçospara abraçar ela, Sean acabou por a ferir, que terminou com o pulso quebradoapóscair no chão. Na altura para não estragar a festa, Jennifer Connel desvalorizou a dor. Quatro anos depois, levou o menino para tribunal e está exigindoreceber uma indenização astronômica.

No tribunal de Connecticut, nos Estados Unidos da América, Jennifer alega que o menino tem que ser responsabilizado, para aprender a se comportar melhor. E o insólito aconteceu mesmo e segundo noticia o jornal Daily Mail, o menor se sentou em um banco dos réus, do lado do pai. É que a mãe de Sean, agora com 12 anos, morreu no ano passado. Mas, nem assim, a tia Jennifer se demoveu da ideia de avançar com o processo contra o menino.

Jennifer Connel é gerente de recursos humanos e conta que sofreu muitas dores com pulso quebrado e que continua sofrendo.

Ela falou mesmo para o juiz que a lesão fica para sempre, o que a está incomodando e perturbando em várias tarefas do seu dia. Contou como exemplo da sua dor que foi em uma festa de aniversário recentemente e sentiu dificuldade para segurar no prato dos canapés.

Por isso e porque o garoto foi imprudente em 2011, essa mulher não desiste da queixa e quer receber um valor justo por todo seu sofrimento.

Apesar de falar que ama o menino, ela pede uma indenização de 127 mil dólares. No tribunal, falou ao juiz que o sobrinho Sean é "muito carinhoso" e "sensível" com ela, mas tem que ser mais responsável, invocando apenas esse abraço que terminou mal em 2011 como razão para punir tão severamente esse menino.

O acidente aconteceu quando Sean foi correndo para abraçar sua tia e pulou inesperadamente para seus braços.

Acabaram por cair os dois no chão e Jennifer ficou com o pulso quebrado. Quatro anos depois, pede para que o menino pague 127 mil dólares.

E o leitor o que pensa desse processo insólito? O que faria se pudesse julgar esse caso: condenava o menino ou desvalorizava? Deixe sua opinião nos comentários.

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