Uma mãe que perdeu seu filho e não sabe exatamente todos os fatos que envolvem a sua perda procura respostas, 23 anos após a morte da criança.

June Bayley afirma que foi enganada pelo hospital da Universidade de Cambridge, localizado no Reino Unido. Segundo informações do jornal The Sun, a instituição de saúde teria retirado o cérebro de seu filho, de apenas 12 anos, logo após a sua morte, ocorrida em 1997. Ela diz ainda que o procedimento não foi autorizado pela família e que o cérebro da criança foi armazenado por anos para ser utilizado em diferentes pesquisas.

Autópsia

Ben morreu ainda criança, com apenas 12 anos, em um acidente.

Ao ter acesso ao laudo realizado pela equipe responsável pela autópsia, a mãe tomou um grande choque. O documento relatava que a espinha dorsal do jovem havia sido retirada de seu corpo sem o consentimento da mãe.

Assustada com toda a situação, June buscou respostas, no entanto, a instituição de saúde afirmou que o caso se tratava apenas de um erro de digitação.

Cérebro

Dois anos após a morte de Ben, June recebeu uma ligação também assustadora da universidade. Cambridge queria devolver o cérebro de Ben. A mãe retirou o órgão e o levou para o cemitério, onde o enterrou com o corpo do filho, No entanto, o ocorrido foi tão forte que June ficou com sequelas psicológicas.

Tratamento psicológico

Toda a confusão gerada pela universidade fez com que June necessitasse de auxílio profissional.

Ela iniciou um tratamento relacionado a estresse pós-traumático. Após anos de acompanhamento, June exige respostas.

A mãe solicita o acesso completo aos registros médicos do filho, pois o trauma gerado faz com que exista dentro dela a suspeita de que mais órgãos possam ter sido retirados de seu corpo sem que ela tivesse conhecimento.

Desta forma, a única maneira de superar estes sentimentos seria ter acesso liberado às informações.

Dúvidas

Como informado no início do artigo, a autópsia de Ben informava a retirada da espinha dorsal do corpo, no entanto, a instituição alegou ser um erro de digitação. O fato de June ter descoberto a retirada do cérebro apenas dois anos após a morte de seu filho faz com que ela se pergunte constantemente: "e se não foi um erro de digitação?".

June alega ainda que a autópsia é um documento sério e que foi assinado por um profissional especializado, o que sugere a possibilidade de não haver erro algum.

Universidade

O hospital da Universidade de Cambridge se desculpou publicamente com June e lamentou o fato de o ocorrido tenha causado tanto sofrimento e que tenha se tornado algo contínuo, no entanto, o serviço de saúde britânico negou as acusações realizadas pela mãe.

Siga a página Polícia
Seguir
Não perca a nossa página no Facebook!