Na manhã deste último domingo (14), o presidente Jair Bolsonaro utilizou seu perfil oficial no Twitter para confirmar a convocação de mais de mil policiais federais aprovados na primeira fase de um concurso público realizado no ano passado. No microblog, Jair afirmou que as novas nomeações vão servir para compor o quadro do setor de inteligência da corporação.

O concurso previa viabilizar a contratação de 500 pessoas para cinco carreiras policiais com nível superior de escolaridade.

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No total serão 150 vagas para atuar como delegado, 60 para perito criminal federal, 80 para o cargo de escrivão e mais 30 para papiloscopista, além de outras 180 disponíveis para agente da Polícia Federal.

Agora, os aprovados na primeira fase seguem para a última etapa do concurso --o curso na Academia Nacional de Polícia. Essa formação dura aproximadamente cinco meses e tem caráter eliminatório, isso significa que os convocados vão passar pelo teste e os que obtiverem os melhores resultados vão ser finalmente contratados.

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Lava Jato Jair Bolsonaro

Combate ao crime organizado e corrupção

Essa medida já havia sido anunciada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na última quinta-feira (11). O propósito faz parte do conjunto de ações previstos para serem realizados nesses primeiros 100 dias de Governo. A ideia é que a partir de agora a Polícia Federal conte com mais mil agentes para combater o crime organizado e a corrupção. A nomeação do novo efetivo para a PF vai atuar em paralelo ao pacote anticrime proposto pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que segue em tramitação no Congresso Nacional.

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Para consolidar a base no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro mudou a estratégia e nas duas últimas semanas se reuniu com um total de 57 políticos parlamentares. Bolsonaro promoveu diversos encontros entre líderes partidários, deputados e senadores, o que representou um gesto mais explícito ao Congresso desde que tomou posse em janeiro.

O presidente estava sendo cobrado a participar mais vezes das articulações políticas e, por meio dessas reuniões, fez uma investida com os parlamentares com o propósito de consolidar uma base aliada para aprovar algumas reformas em tramitação no Congresso, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime.

Perfil amistoso

Quatro ex-colegas de Câmara foram recebidos em reuniões particulares e tiveram acesso exclusivo ao chefe de Estado. Sem a presença dos ministros da articulação no Congresso, o presidente Bolsonaro prometeu discutir e até mesmo acatar alguns dos pedidos solicitados pelos parlamentares.

Bolsonaro, que se apresentava naquele momento um pouco mais descontraído, chegou a contar algumas piadas e também se comprometeu a visitar o estado do deputado José Nelto (Podemos-GO), que convidou o presidente para participar de uma audiência pública na cidade de Porangatu (GO) para tratar da rodovia Belém-Brasília.

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Bolsonaro contou: "eu pego o helicóptero e vou lá".

Ao receber o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, Bolsonaro manteve a personalidade amistosa e divertida das reuniões e surpreendeu revelando votar em Geraldo nas eleições anteriores para presidente, no ano de 2006. "Votei em você, duas vezes", brincou o presidente da República.

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