O candidato à Prefeitura de Bom Jesus do Itabapoana, cidade que fica na região noroeste do estado do Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Cyrillo, de 73 anos, morreu após sofrer um mal súbito durante uma transmissão ao vivo pela internet ocorrida na noite desta quarta-feira (11).

O político, que se candidatava pelo Republicanos, concedia entrevista para uma faculdade da cidade no momento em que começou a passar mal. Seu filho, Paulo Sérgio Cyrillo Junior, que é o atual vice-prefeito da cidade e acompanhava a entrevista ao lado do pai, se desesperou ao vê-lo perder a consciência.

Paulo Sérgio chegou a ser levado para um hospital, mas deu entrada na instituição já sem vida.

De acordo com informações passadas por familiares, o candidato sofreu um infarto fulminante. Ele deixa esposa, dois filhos e dois netos.

A entrevista era promovida pela Faculdade Metropolitana São Carlos e pela 17ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Bom Jesus do Itabapoana. A transmissão era feita pelo canal da instituição de ensino e o vídeo já foi retirado do ar.

Ainda na noite desta quarta-feira, ao tomar ciência da morte do político, a Prefeitura de Bom Jesus do Itabapoana decretou luto oficial de três dias na cidade.

A Faculdade Metropolitana São Carlos também emitiu uma nota oficial lamentando a morte do político, que já havia sido prefeito da cidade.

Candidata sofre atentado em São Paulo

A candidata a prefeito de São Vicente, no litoral de São Paulo, Solange Freitas (PSDB), sofreu um atentado na manhã desta quarta-feira. O carro em que ela estava, blindado, foi atingido por pelo menos cinco disparos de arma de fogo. No veículo também estava o candidato a vice-prefeito, Gil do Conselho, o motorista, uma assessora e um produtor de campanha.

Ninguém ficou ferido.

Solange disse ao portal G1 que por volta das 10h30 o veículo passava pela avenida Monteiro Lobato, na Vila Voturuá, quando uma motocicleta se aproximou do carro e efetuou os disparos. O alvo foi a janela do passageiro, onde ela costuma se sentar. Desta vez, a candidata estava no banco de trás.

"Eu estava no celular, eu nem vi o que estava acontecendo", disse.

A candidata vê motivação política no atentado e acredita que já vinha sendo seguida, uma vez que não havia divulgado sua agenda do dia. "Com certeza, alguém já estava me seguindo. Não vejo outro motivo a não ser política", falou. Ela disse ainda que se o carro não fosse blindado, os ocupantes poderiam estar mortos agora.

O caso foi registrado na 1º DP de São Vicente e as investigações ficarão a cargo do Deic. A Polícia Civil busca identificar e prender os atores dos disparos.

O governador João Doria (PSDB) se manifestou por meio das redes sociais sobre o caso e o classificou como “violência condenável e um ataque à democracia”.

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