Agentes da Polícia Civil da cidade de Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre, estão investigando o assassinato de Alessandro da Silva da Rosa, de 32 anos. O crime ocorreu na manhã desta quarta-feira (27), na rua Dona Roseli, no bairro de Mathias Velho.

De acordo com o depoimento de familiares e vizinhos da vítima, Alessandro havia retirado seu carro da garagem e ao retornar para casa se deparou com o criminoso que efetuou vários disparos de arma de fogo contra ele. Após o crime, uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada ao local, mas Alessandro acabou não resistindo aos ferimentos e acabou morrendo a caminho de uma unidade de saúde.

Assim que a polícia foi acionada, membros do Instituto Geral de Perícia (IGP) isolaram o local para que pudessem dar início aos primeiros trabalhos investigativos.

Suspeito foi preso minutos depois do assassinato

Poucos minutos depois do crime, ainda no bairro Dona Roseli, guardas municipais que faziam um patrulhamento pelo local acabaram prendendo o suspeito pela morte de Alessandro.

O homem identificado apenas como Lucas, de 20 anos, foi visto caminhando pelo local com uma arma na mão e tentou resistir a prisão, mas foi contido pelos agentes e encaminhado para a delegacia de polícia onde prestou seu depoimento e continua detido.

Em sua versão dos fatos, em primeiro momento Lucas relatou aos policiais que teria atirado em Alessandro por ele ter reagido a uma tentativa de assalto, mas de acordo com a polícia, ele teria confessado logo após que o crime teria sido encomendado para assassinar Alessandro. Familiares da vítima relataram que ele vinha sofrendo ameaças nos últimos dias.

De acordo com o delegado responsável pela investigação do caso Thiago Carrilo da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) todo o inquérito está sendo mantido em sigilo e que nenhuma linha de investigação está sendo descartada.

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“Não podemos confirmar nada por enquanto, a não ser que este rapaz já vinha sofrendo ameaças contra a vida. Ele poderia ter procurado a polícia, antes mesmo que isso acontecesse", explicou Carrilo.

Anda conforme o delegado, ainda é cedo afirmar se realmente houve um mandante para o crime, mas que os agentes estão empenhados em várias diligências externas para tentar identificar de fato quem seria o responsável por encomendar a morte. "Ele disse em depoimento ter sido mandado para matar, então isso já não é mais novidade", diz o delegado Thiago Carrilo.

Entretanto, o delegado disse que ainda é muito cedo para apontar quem seria o mandante.

O suspeito foi preso e encaminhado para uma penitenciária da região onde ficará à disposição da Justiça para demais esclarecimentos dos fatos.

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