O primeiro episódio do documentário sobre Marielle, exibido na sessão Globoplay na noite de quinta-feira (12), aumentou os índices de audiência da Rede Globo. A grande São Paulo registrou 12,8 pontos e com 27,2% das TVs ligadas, enquanto no Rio de Janeiro entre 23h33 e 0h42 o documentário teve a incrível marca de 16 pontos no Ibope, com 33% dos aparelhos de Televisão sintonizados na emissora carioca.

Foi um crescimento de 25% na audiência em relação ao mesmo horário nas noites de quinta-feira, comparando os números das últimas quatro quintas anteriores.

A série documental relata a vida e a morte da Vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados atiros no Rio de Janeiro.

O documentário foi ao ar logo após o "BBB20", no horário ocupado pelo talk show "Lady Night", apresentado por Tatá Werneck.

As noites de quinta-feira são as únicas da semana que a Rede Globo disputa o primeiro lugar no Ibope com "A Praça É nossa", do SBT. A emissora de Silvio Santos garante com o humorístico uma média de 12 pontos. Na noite desta quinta-feira (12), a atração registrou 10,1 pontos.

A vida e a morte da Vereadora Marielle Franco em um documentário

O documentário sobre a história de Marielle Franco não tem a intenção de descobrir quem matou ou mandou matar a vereadora do PSOL (RJ), mas busca algumas respostas que até hoje não foram esclarecidas, o fato de, depois de dois anos, ninguém ter uma resposta coerente sobre o motivo da morte de Marielle e nem de quem foi o mandante do crime.

A morte de Marielle Franco teve uma repercussão internacional e além de contar sobre a vida da vereadora, o documentário se ocupa de fazer uma investigação sobre a tragédia. E assim expõe uma série de falhas dos investigadores e das autoridades que assumiram o crime na época e por este motivo ainda não existe uma resposta sobre as perguntas acima.

Marielle Franco era filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), foi eleita vereadora nas eleições municipais no ano de 2016. A vereadora defendia os direitos humanos, o feminismo, os grupos LGBTQ+ e a causa das mulheres negras. Era contra a intervenção federal no Rio de Janeiro.

A vereadora lutava pelas minorias, denunciou vários abusos de autoridade de policiais militares agredindo moradores de comunidades carentes, por serem pobres e negros.

No dia 14 de março de 2018, o carro em que Marielle Franco estava junto com sua assessora Fernanda Chaves e seu motorista Anderson Gomes, foi metralhado no bairro do Estácio.

Marielle foi atingida por três tiros na cabeça e um no pescoço e o motorista Anderson levou ao menos três tiros nas costas. Ambos morreram no local do crime. Fernanda Chaves foi atingida apenas por estilhaços dos vidros quebrados.

O documentário não se parece com nada que a Rede Globo já produziu, não tem narrador, apenas conta com a narrativa construída por depoimentos, áudios e vídeos.

Na noite desta quinta-feira (12), a Rede Globo exibiu apenas o primeiro episódio. Os outros cinco episódios completos já estão disponíveis para os assinantes no GloboPlay.

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