Nesta quinta-feira (12), o presidente da República Jair Messias Bolsonaro foi surpreendido ao saber da confirmação da presença do coronavírus no secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten. No entanto, o político realizou uma postagem em suas redes sociais, nesta sexta-feira (13), dizendo que não contraiu a doença. O presidente Donald Trump, que estava com os dois na cidade de Miami, nos Estados Unidos revelou que não estava preocupado, pois o presidente do Brasil estava devidamente monitorado de perto.

De acordo com Trump, os dois jantaram juntos em Mar-a-lago, na Flórida, na companhia de toda a delegação. Ele revelou não saber se Fábio Wajngarten estava no local. O republicano ainda afirmou que não fez nada fora do usual, apenas sentando com os políticos e realizando uma conversa. Trump disse acreditar que, naquele momento, os integrantes estavam sendo monitorados, revelando que não estava preocupado.

Jair Bolsonaro não foi o único que necessitou se submeter a exames para saber se tinha contraído o vírus. Membros do Governo que viajaram para os Estados Unidos, políticos e sua família também realizaram os procedimentos.

Nas redes sociais, o ministro Augusto Heleno, a primeira dama Michelle Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmaram que os testes haviam dado negativo, não sendo diagnosticados com coronavírus.

Horas mais cedo, a rede de TV norte-americana denominada Fox News afirmou que os testes realizados por Bolsonaro haviam dado positivo e que o filho do presidente, Eduardo, teria confirmado a informação para os jornalistas.

Após ser anunciado publicamente que o resultado foi negativo, Eduardo Bolsonaro usou suas redes sociais para dizer que, em nenhum momento, disse à Fox News que o resultado do exame de seu pai havia dado positivo.

Casos no Brasil

Na sexta-feira passada (6), o Brasil estava apenas com 12 casos confirmados da infecção. No entanto, nesta quinta-feira (12), de acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados 77 casos.

Bolsonaro, vendo toda a repercussão sobre o fato, decidiu realizar um pronunciamento na Televisão, afirmando que, mesmo que a crise se agrave nos próximos dias, não é necessário entrar em pânico.

O presidente de República, nesta quinta-feira, realizou um pronunciamento, dizendo que as manifestações marcadas para o próximo dia 15 são, segundo ele, legítimas e espontâneas, mas que no entanto, poderão colocar a saúde da população em risco.

Ainda nesta semana, o político polemizou, declarando que o coronavírus era superdimensionado pela mídia. Na terça-feira, Bolsonaro disse que a epidemia não era “isso tudo”, sendo mais uma das “fantasias” que os jornais estavam criando diante do mundo todo.

Bolsonaro, na quarta-feira (11), ressaltou também que outras gripes mataram mais do que o Covid-19.

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