Desde que Rose Miriam di Matteo acionou a Justiça novamente pedindo o pagamento das mensalidades em atraso, não pararam mais de surgir novos episódios envolvendo o espólio de Gugu Liberado. Agora, os defensores da médica alegam que ela sofria de um “quadro delirante paranoico” e depressão no momento que realizou a assinatura do documento que a excluiu do testamento de um dos apresentadores mais Famosos do Brasil. As informações foram divulgadas pelo Extra na última quinta-feira (5).

Tais informação se deram mediante o laudo da psicóloga Vera Lúcia Gonçalves, que atestou que a médica estava fazendo o uso de remédios para tratar seus problemas de saúde.

Além disso, a psicóloga também afirma que, entre os efeitos colaterais da medicação, está uma “perda significativa de memória”. Além disso, Rose, também por efeitos colaterais da medicação, estava com sintomas dissociativos o que, segundo a profissional, significa que a médica não estava conseguindo juntar as ideias devido ao stress das doenças.

Vera Lúcia Gonçalves produziu o laudo médico no dia 20 de fevereiro e depois encaminhou o mesmo para ser anexado junto ao processo em que a médica pede o reconhecimento de sua união estável com Gugu Liberato. Para tentar direito a parte da herança do apresentador, avaliada em cerca de R$ 1 bilhão, os advogados de Rose Miriam alegam que ela e Gugu viveram uma relação de 20 anos “de todo duradouro, contínuo e público”, mesmo os dois não tendo oficializado a união.

Atualmente, a ação segue na 9ª Vara da Família e Sucessões do Foro Central de São Paulo.

Briga judicial

Depois que Rose Miriam di Matteo acionou a Justiça pedindo uma parte da herança do apresentador, começou uma briga judicial envolvendo a mãe dos filhos de Gugu e sua família. Vale lembrar que Liberato morreu em novembro do ano passado após sofrer um acidente doméstico na casa onde morava com a médica e seus três filhos, em Orlando, nos Estados Unidos.

Apenas algumas horas depois de terem sepultado o apresentador, a família abriu o testamento deixado por ele em 21 de março de 2011, onde ele excluiu Rose de seus direitos a herança.

Além do testamento, também em 2011, Rose Miriam e Gugu Liberato assinaram um documento de compromisso para a criação dos filhos. Documento esse, que previa um pagamento de R$ 18 mil mensais a Rose.

Após o processo de união estável, os advogados da médica atribuíram esse termo a uma crise no relacionamento, o que, segundo eles, foi superada nos anos seguintes.

Depressão em 2011

Na ação, os defensores de Rose anexaram também cópias do prontuário que comprovam a luta e a internação da médica no hospital Albert Einstein em 2011, devido a um quadro de depressão. De acordo com o prontuário, a mãe dos filhos de Gugu alegava solidão e dizia “não ser uma boa mãe”.

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