O humorista e cantor Renato Fechine, de 53 anos, teve sua morte confirmada nesta segunda-feira (8). Renato teria sofrido um infarto em sua casa, em Lauro de Freitas, município da Bahia.

Paraibano de Campina Grande e domiciliado na Bahia desde 1981, iniciou sua carreira aos 12 anos tocando guitarra e subiu em um trio elétrico pela primeira vez com a banda Salamandras, aos 13 anos de idade.

Como ator, trabalhou na peça musical "Os Cafajestes", dirigida por Fernando Guerreiro. Como humorista, declarava-se grande fã de Chico Anysio e Tom Cavalcante, os quais tinha como grande inspiração.

Renato era um homem muito alegre e nunca perdia a piada, segundo relatou sua família.

Renato Fechine ficou conhecido por vários de seus hits de sucesso nos anos 1990. Dentre eles, "Dança da Cordinha", de 1996, "A Nova Loira do Tchan", de 1998, e "Lamba Tchan", do álbum "É o Tchan na Selva", de 1999.

Renato fez seu nome no meio musical com o grupo É o Tchan, porém o sucesso não parou por aí, também tendo lançado inúmeros hits com o grupo Terra Samba, com a música "Marcha Ré", de 1998. Marcou presença também nas músicas "Prometo esperar", "Mistura fina", "Sansão e Dalila", do Asa de Águia, dentre participações em músicas de outros grupos musicais, como Banda Eva, Companhia do Pagode, Netinho, Banda Mel, Luiz Caldas, Cheiro de Amor, entre outras.

Renato Fechine viveu caso de agressão contra ex-namorada

No começo de 2018, Renato acabou vivendo uma polêmica ao ter sido acusado de agredir sua ex-namorada, Alex Sandra do Nascimento. Ao ser procurado pela impressa após a gravidade dos ferimentos de Alex Sandra terem sido divulgados, Renato negou que tivesse agredido sua até então namorada, alegando que ela havia tomado remédios e, em um surto, teria se agredido sozinha.

Ainda segundo ele, o que teria motivado a auto-agressão seria o ciúme.

Afirmou também na época que Alex Sandra fazia uso de aproximadamente 6 tipos de medicamentos diferentes, dentre eles calmantes e remédios para dormir, e fazia o uso de bebida alcoólica, o que, de acordo com ele, pode ter provocado o surto, já que ela havia se batido e quebrado um copo na cabeça em um outro momento.

Contudo, laudo médico apontava que a mulher "sofreu agressão física com hematomas em face e membros". Um segundo laudo verificou "equimoses (sangramentos no tecido subcutâneo) arroxeadas em coxas, braços direito e esquerdo, edematraumático com equimose arroxeadas". Os advogados então solicitaram medida protetiva e, desde então, o caso correu em segredo de Justiça.

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