Em Machado, Minas Gerais, 378 km da capital Belo Horizonte, duas garotas de 14 e 15 afirmaram que foram violentadas sexualmente e dopadas por mais de 20 homens. Isso teria ocorrido nos dias 18 e 19 de junho em um final de semana. A polícia alega que o #Crime foi inventado pelas garotas, que entregaram uma lista com 24 nomes que seriam os supostos estupradores, na investigação, houve tiroteio e a prisão de 6 suspeitos. Em meio às investigações, a Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que havia incoerências nos depoimentos das garotas. 

Nos depoimentos prestados pelos homens, eles afirmaram que uma das meninas teve relação consensual com três dos acusados.

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O delegado responsável pelo caso, Juliano Lago, disse que, após ouvir o depoimento dos garotos, as falas das meninas se tornaram incoerentes, o que indica que tudo foi uma grande farsa "como os depoimentos deles foram bastante coerentes, resolvemos confrontar as supostas vítimas com as informações e elas acabaram confessando que o estupro coletivo não aconteceu. Era tudo mentira." avaliou o delegado. 

As garotas alegaram que o estupro coletivo ocorreu durante uma festa, porém, no exame da perícia, apenas uma das jovens aparentou sinais recentes de relação sexual, e não havia nenhuma lesão corporal. 

O motivo pelo qual as meninas decidiram inventar o estupro coletivo, foi para tentar incriminar pessoas de uma gangue rival, o fato surpreendeu os policiais. Elas disseram que têm amigos de uma outra gangue, e isso seria como uma vingança. 

A Polícia Civil investiga atividades criminosas que envolvem pessoas das gangues, então, seis menores continuam detidos por crimes que incluem tráfico de drogas e homicídios.

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Na segunda-feira passada (27), a Polícia Civil anunciou que o caso foi resolvido, afirmando em nota, que tudo não passou de uma farsa inventada pelas meninas, que, no segundo depoimento prestado pelas garotas, foram confessados e justificados os motivos que elas tiveram para inventar tamanho "drama", que envolveu 24 nomes de acusados e investigações da Polícia Civil de Minas Gerais.  #Investigação Criminal #Casos de polícia