Depois de várias listas divulgadas por bancos suíços, envolvendo políticos em escândalos de improbidade administrativa, uma notícia boa e estranhamente curiosa: a  Suíça trouxe a público uma lista de nomes de pessoas que tem uma fortuna a receber. São mais de 2 mil pessoas.

Ocorreu que contas ficaram inativas por mais de 60 anos e só agora as autoridade do País interviram na situação. Juntas, essas contas chegam perto de incríveis 180 milhões de reais. Na lista aparecem diversos nomes de pessoas de várias nacionalidades, até de brasileiros. Ela pode ser conferida no site do banco www.dormantaccounts.ch. Todavia, pelas novas leis suíças, os donos das contas só tem o prazo de até um ano para reclamar o dinheiro, caso contrário, este expira e o Governo ficará de posse do dinheiro.

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Até o momento ainda existem muitos nomes que o país não sabe ao menos a que nacionalidade pertence a pessoa.

Como reclamar a herança?

Caso o nome esteja elencado na lista, a tem que entrar em contato com o governo suíço, para isso deverá preencher um tipo de formulário que será utilizado para verificar se o queixoso é mesmo o dono da conta, para que não haja erros. Tal verificação pode levar até meses. Mas o sortudo poderá se despedir do "ano velho" e saudar o novo ano com a esperança de ter dinheiro no bolso, como diz a letra da tradicional música de reveillon, principalmente se for brasileiro, será uma chance de um 2016 fora da crise.

Quem se interessar em procurar o seu nome na lista deve ficar atento e não utilizar a ferramenta de busca, pois como a Suíça não tem todas informações dos herdeiros, existem nomes incompletos.

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Então, o melhor é ser paciente e verificar atentamente as 156 páginas disponíveis.

Alguns dos nomes brasileiros ou de pessoas que possuem cidadania brasileira estão: Jakob Christen, Reimar von Bulow, Wolter Wolthers, Constantino Serafini, Emma Schleich, Henri Potterat Reis Alves, Pantaleão Machado, Tamara Felsch Tschakirow, Maria Magdalena de Moraes Dias de Oliveira e Anne-Marie de Castro. #Curiosidades #Crise econômica #Crise no Brasil