Uma mulher foi presa pela polícia acusada de #assassinato na última quinta-feira (26), no bairro de Periperi, na cidade de Salvador, na Bahia. A acusada foi identificada como Ana Cristina Menezes Lima, de 48 anos. Ela é a principal suspeita de ter ateado fogo em uma residência onde morava com a sua companheira, identificada como Maraiza dos Santos do Rosário, de 31 anos, resultando na morte de uma criança. A vítima foi identificada como Gabriel Santos do Rosário, de apenas um ano, que é filho de Maraiza.

Conforme informações repassadas pela polícia, a acusada ateou fogo na residência com a vítima dentro por não aceitar o fim do relacionamento que tinha com a mãe da criança. Ainda de acordo com as autoridades, a mulher teve um desentendimento com a suspeita, em seguida pegou a vítima no colo e saiu de sua residência. Passado alguns minutos, Maraiza entregou o garotinho para a sua outra filha, uma menina de 9 anos, e pediu para que a mesma levasse Gabriel de volta para sua residência, onde Ana Cristina ainda estava.

Segundo informação, a acusada pegou a criança, a colocou em cima de um colchão, trancou a porta e em seguida ateou fogo. Entretanto, os vizinhos ainda tentaram apagar as chamas e salvar a criança, mas não tiveram sucesso. A vítima morreu carbonizada. Conforme relatos da delegada Pilly Dantas, titular da 3ª Delegacia de Homicídios, os vizinhos da acusada evitaram que ela fugisse do local. "Ela foi agredida pela população e socorrida por policiais da 18ª Companhia de Polícia Militar para o Hospital do Subúrbio", disse a oficial.

No entanto, Ana Cristina foi apresentada nesta sexta-feira (27) no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) onde prestou o seu depoimento. Em seguida, foi encaminhada para uma penitenciária da cidade onde ficará à disposição da Justiça. Entretanto, ao fazer uma busca no banco de dados da polícia, a suspeita já tem passagem por tráfico de drogas e cumpriu pena durante quatro anos por ter assassinado uma outra mulher. Desta vez, ela será indiciada por homicídio qualificado. #Investigação Criminal #Casos de polícia