Nesta segunda-feira (1), pela manhã, dez pessoas ficaram feridas em um assalto na UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). Uma das estudantes foi baleada. Além dela, mais 14 pessoas, incluindo um vigilante, foram encaminhadas ao centro de traumas local, por conta da correria. Dessas, cinco já foram liberadas. Seis pessoas ainda estão em observação e mais quatro pacientes estão internados. Todas em estado estável. Uma imagem, com sua veracidade já confirmada pela Estadual, mostra a hora exata em que um dos assaltantes entra portando uma arma no prédio da universidade.

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Segundo a UEPB, esse grupo entrou armado no campus Bodocongó, localizado na cidade de Campina Grande (PB). Eles planejavam assaltar os caixas eletrônicos localizados em um dos prédios do campus, bem como o carro-forte que estava no local abastecendo os caixas. Após troca de tiros com seguranças, o grupo fugiu, carregando malotes de dinheiro.

Assalto na UEPB deixa feridos

De acordo com a PM, os assaltantes fingiram que eram alunos enquanto aguardavam o momento do abastecimento.

Esconderam, inclusive uma das armas em uma bolsa para transporte de violões. O assalto foi anunciado quando os vigilantes chegaram. A PM também já confirmou que o grupo conseguiu efetuar o roubo dos malotes.

O prédio estava sediando dois eventos no momento do ocorrido. O que desencadeou uma correia generalizada no momento dos disparos. Alunos pularam as janelas mais baixas. Todos pensavam que era um atentado. Uma estudante foi atingida, de raspão, nas costas.

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Um dos vigilantes levou um disparo no pé esquerdo e outro na perna oposta.

Alguns alunos preferiram se esconder em salas, em vez de sair correndo. Alguns dos que se arriscaram nos corredores, deram entrada na emergência do Hospital de Traumas da cidade, com ferimentos leves nas pernas e pés. Segundo o hospital, o estado de todos é estável. E mesmo os baleados não devem ser submetidos a cirurgia.

Em nota, a universidade informou que os alunos que estavam no local já receberam os primeiros socorros e o atendimento psicológico. Além de esvaziar o local, a UEPB suspendeu as atividades no campus inteiro.

Os alunos pensaram que assalto se tratava de um atentado

Nas redes sociais, alunos e funcionários relatam o pânico vivido naqueles momentos. Ainda com os acontecimentos de Suzano na memória, a crença geral era a de que se tratava de mais um atentado. Alunos relatam que uma professora preferiu se arriscar de cadeira de rodas na correria, a ficar na sala. Uma funcionária relatou que viu uma bala estilhaçar o vidro da biblioteca, a cerca de 10 metros da mesma.

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