Alynne Liboeiro, moradora da cidade de Guarapari, localizada no Espírito Santo, recentemente teve um “bebê arco-íris”. O pequeno Arthur foi responsável por tornar a vida da advogada mais colorida após a perda de gêmeos no período gestacional. Após a ocasião citada, Alynne não conseguiu engravidar novamente.

Os bebês que entram na vida das famílias após eventos traumáticos, por meio de concepção natural ou adoção, recebem o apelido de arco-íris por ajudarem os seus pais a superarem os acontecimentos tristes de suas vidas.

Ao comentar a respeito da chegada do filho, Alynne Lliboeiro disse que Arthur é o “rei da casa” e de toda a sua família. De acordo com a advogada, o filho possui “luz própria” e todas as pessoas que têm contato com o garoto afirmam que o seu sorriso é capaz de comover.

As informações citadas foram fornecidas por Alynne durante uma entrevista ao portal G1. Ainda durante a entrevista citada, a advogada relatou que antes da chegada de Arthur ela chegou a perder os gêmeos citados anteriormente. Na ocasião, Alynne ainda comentou a respeito da tristeza sentida nessa época da sua vida.

A perda dos bebês aconteceu depois que a advogada percebeu um sangramento e foi encaminhada para o atendimento médico. Nessa ocasião, ela descobriu que possuía incompetência do colo do útero. Antes de engravidar, Alynne ainda passou por outras dez tentativas.

Devido aos fatores citados, a advogada começou a pensar na possibilidade de adotar uma criança. Essa ideia, por sua vez, acabou tomando forma a partir do contato com um grupo de apoio formado por pais na cidade de Guarapari, o Gerando com o Coração.

A partir disso, Alynne e seu marido decidiram entrar na fila de adoção e passaram a esperar por uma criança com idade inferior a cinco anos. Toda a espera durou um ano, até que Arthur passou a fazer parte da vida dos dois.

Sobre a ocasião em que recebeu a notícia da chegada do bebê, Alynne relatou que tudo aconteceu de maneira súbita. No momento citado, ela recebeu uma ligação questionando se ela desejava conhecer o bebê, que atualmente considera o seu “raio de luz”.

A partir do encontro, ela acabou conhecendo o seu filho, que atualmente tem 2 anos de idade.

Após a adoção de Arthur, Alynne e seu marido decidiram que gostariam de dar um irmão para o garotinho. Devido a isso, eles voltaram a entrar na fila de adoção e agora estão à espera de mais uma criança para aumentar ainda mais a família.

Adoções no Espirito Santo

Ao todo 89 crianças foram adotadas somente no ano de 2019 no Espírito Santo. Apesar do bom número, outras 98 ainda estão esperando por famílias nos abrigos do estado.

O número de adoções pendentes é ainda mais surpreendente: ao todo, 903 pais estão na filha do processo.

De acordo com informações do G1, o motivo para tal está ligado ao perfil de crianças preferidos pelos potenciais adotantes, que geralmente priorizam bebês. Assim, grande parte das crianças que ainda esperam para ser adotadas já são um pouco mais velhas.

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