A série sobre o caso do goleiro Bruno e o assassinato da modelo Eliza Samudio já conseguiu as suas primeiras atenções negativas, e elas partiram diretamente da mãe de Eliza. O caso aconteceu em 2010 e, de lá para cá, repercutiu de várias maneiras na mídia, até chegar ao ponto em que a Globo decidiu produzir uma série.

As reclamações de Sônia Moura, mãe de Eliza, foram feitas durante uma entrevista com a apresentadora Márcia Goldschimdt, que foi conduzida por meio de uma live no Instagram da apresentadora ainda na última quarta-feira (15).

Na ocasião, Sônia chegou a dizer que não autorizaria que a série fosse lançada pela emissora.

De acordo com a mulher, a única forma que Bruno, seu neto, tem de ver a mãe atualmente é por meio de fotos, uma vez que Eliza foi assassinada e não pode estar perto do filho. Devido a isso, para ela, ver a filha sendo retratada em uma série seria algo desrespeitoso com o menino.

Durante a live, Márcia Goldschmidt ainda destacou que o andamento do projeto ainda não foi definido pela emissora, que tem a intensão de fazê-lo, mas não deu maiores informações sobre o assunto.

A apresentadora ainda pontuou que não acredita que a Globo manipulará os fatos sobre a morte de Eliza, visto que a história do assassinato da modelo foi algo chocante para todo o país e, atualmente, sabe-se exatamente o que aconteceu na ocasião de sua morte.

Sônia não autorizaria a série

Devido aos pontos expostos, Márcia chegou a questionar se Sônia autorizaria a série caso fosse consultada sobre isso.

Sem pensar duas vezes, a mãe de Eliza afirmou que não forneceria a sua autorização e que ninguém estava pensando a respeito de Bruno, que completará 10 anos em breve e passará por uma transição para a adolescência, algo que nunca é fácil.

Ainda durante a entrevista, Sônia afirmou que o livro 'Indefensável: O goleiro Bruno e a história da morte de Eliza Samudio', no qual a série pretende se basear, retrata a sua filha como uma interesseira que se envolveu com um jogador de futebol interessada apenas em receber uma pensão alta.

Além disso, Eliza é descrita como uma garota de programa na obra, que foi escrita por Leslie Barreira Leitão, Paula Sarapu e Paulo Carvalho.

A morte de Eliza Samudio aconteceu ainda no ano de 2010 e não levou muito tempo para que Bruno, então goleiro do Flamengo, se tornasse o primeiro suspeito do crime. Após as investigações realizadas pelas autoridades competentes, foi descoberto que a modelo foi estrangulada e posteriormente esquartejada. O corpo, por sua vez, foi enterrado sob concreto.

O caso aconteceu em Minas Gerais ,e terminou com a condenação de Bruno a 17 anos e seis meses de prisão, que deveriam ser cumpridos em regime fechado.

Entretanto, atualmente, o goleiro está cumprindo a sua pena no semiaberto domiciliar.

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