No último domingo (9), o "Fantástico", exibido pela Rede Globo, conseguiu com exclusividade alguns trechos referentes aos depoimentos prestados ao longo das últimas 4 semanas pelos suspeitos do assassinato de uma família, que aconteceu em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Ao todo, quatro pessoas foram presas suspeitas de participar do crime. Entretanto, um dos suspeitos ainda continua foragido.

Um dos depoimentos obtidos pelo "Fantástico" foi o de Anaflávia Gonçalves, que chegou a afirmar aos policias que esteve no posto de gasolina para comprar o combustível usado para matar a própria família.

Na ocasião em que Anaflávia realizou essa compra, ela estava acompanhada por um dos suspeitos do crime contra a família da mulher.

É possível afirmar que os assassinatos citados aconteceram ainda no dia 27 de janeiro desse ano. Romuyuki e Flaviana Gonçalvez, os pais de Anaflávia, além do seu irmão Juan, foram mortos e posteriormente queimados. Na ocasião em que isso aconteceu, os três estavam dentro do carro da própria família.

Apenas dois dias depois do ocorrido, Anaflávia foi presa juntamente da sua namorada, Carina Ramos.

As duas eram acusadas de ter participação no crime. Entretanto, somente foram confessar no dia 5 de janeiro que praticaram o assalto, mas afirmaram não ter participado das mortes.

De acordo com informações obtidas por meio do G1, todo o interrogatório de Anaflávia chegou a durar cerca de 40 minutos. Ao falar sobre a família, a mulher não demonstrou qualquer arrependimento por suas atitudes ou mesmo emoção ao rememorar o que fez.

Além disso, o site citado afirma que ela também não chegou a chorar durante o relato.

Impasse sobre local da queima de corpos

É válido destacar que, segundo dos depoimentos obtidos pelo Fantástico, havia um impasse relativo ao local em que os corpos de Flaviana, Romuyuki e Juan seriam queimados. De acordo com o depoimento de Anaflávia, os suspeitos cogitavam a possibilidade de queimá-los em Sertãozinho ou Montanhão.

Foi também durante essa ocasião que eles começaram a pensar a respeito de queimar o carro. Entretanto, Carina afirmou ao grupo que eles não fariam isso. Foi exatamente nesse ponto da conversa que Anaflávia foi ao posto de gasolina acompanhada por Jonathan.

De acordo com informações do G1, o único tipo de preocupação demonstrado por Anaflávia durante todo o seu depoimento foi com Jonathan, que se feriu durante o incêndio ao veículo de sua família.

Na ocasião, ela chegou a dizer que o rapaz “se queimou inteiro” e todos retornaram correndo à casa para tentar acalmá-lo. No dia seguinte, Jonathan ficou em casa dormindo, enquanto Anaflávia foi trabalhar.

Além dela, de Carina e Jonathan, ainda participaram do crime Guilherme Ramos da Silva e Juliano Oliveira Ramos Júnior.

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