O nome Raphael Bob-Waksberg talvez seja desconhecido do grande público, mas sua obra na Netflix, a animação "BoJack Horseman" é uma das produções mais aclamadas do serviço de streaming.

Fim de uma era

"BoJack Horseman" terá sua saga encerrada em sua sexta temporada, a partir do dia 31 de janeiro. A Netflix irá estrear a segunda parte da derradeira temporada desta que é uma das melhores séries da Netflix.

Mágoa

O término de sua série seria o que teria levado o criador da animação a criticar uma prática usada pela gigante do streaming?

Bob-Waksberg criticou o serviço de streaming por não permitir que os créditos de uma obra não sejam todos exibidos ao final de um filme ou episódio de uma série.

A Netflix tem buscado maneiras de fazer com que seu conteúdo seja divulgado das mais diversas maneiras, pois a concorrência no streaming tem crescido nos últimos tempos.

Uma das grandes ameaças à Netflix é o serviço de streaming da Disney, o Disney+. O serviço foi lançado em novembro de 2019 nos Estados Unidos e desde então, tem feito muito sucesso com "Star Wars: The Mandalorian".

A Netflix vem exibindo trailers das produções de seu catálogo, interrompendo assim a exibição dos créditos finais, o que impede os espectadores de verem a totalidade de uma obra.

A opção divide opiniões, enquanto alguns acham o recurso válido, outros são contra esta prática. O criador de BoJack Horseman fez com que a polêmica ganhasse mais atenção quando respondeu a um tuíte do músico Stevie Van Zandt, outro que também é contrário à prática.

A indignação de Raphael foi tanta que ele chegou ao ponto de dizer que poderia partir para outra rede ou plataforma que não utilize tal recurso.

The Witcher

Sobrou até para a série protagonizada por Henry Cavill, o produtor argumentou que uma produção representa o trabalho feito por centenas de pessoas que sonham em ter seus nomes exibidos na tela, e quando isto está prestes a acontecer, aparece um trailer de "The Witcher", ironizou Raphael Bob-Waksberg.

Muitos assinantes da Netflix apoiam a indignação do artista que alega que a mudança inesperada para a exibição de um trailer é um experiência invasiva e pode até mesmo poder arruinar o final de um filme ou programa.

Direito de escolha

Bob-Waksberg Também argumenta que para alguns cineastas ou produtores, isto não tem muita importância.

Mas ele deseja a experiência de ver a obra completa, ou que pelo menos o serviço de streaming dê aos espectadores a opção de poder escolher se desejam ver ou não os créditos finais de uma produção.

Embora a Netflix ofereça para seus assinantes a opção de desativar o trailer automático, mas até o momento a plataforma não permite que os espectadores tenham total controle sobre isso.

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