Na década de 1990 as comédias românticas eram uma grande fonte de renda em Hollywood. Atores como Hugh Grant, Meg Ryan, Julia Roberts e muitos outros astros e estrelas ficaram Famosos com este gênero cinematográfico. Na década seguinte, o gênero continuou em alta e novos astros e estrelas foram revelados neste tipo de filme.

Atualmente, o gênero, que completa em 2020 noventa anos (a primeira produção do gênero foi “A Divorciada”), encontrou na gigante do streaming Netflix um local para seduzir as novas gerações.

Produção em massa

O catálogo da empresa está recheado de filmes do gênero, sejam as produções de décadas passadas, ou a sua imensa produção própria de comédias românticas.

Mas a estratégia de produção em massa deste tipo de filme tem seu lado negativo, ao optar pela quantidade para atrair cada vez mais público, perde-se na qualidade dos produtos apresentados.

É o que acontece com a nova comédia da Netflix, “Um amor, Mil Casamentos” (Love Wedding Repeat) do diretor Dean Craig, que também escreveu o roteiro. O filme é um remake de “Plan de Table” (2012) dirigido pela cineasta francesa Christelle Raynal.

A trama

Em seu prólogo, o filme mostra o protagonista Jack (Sam Caflin) em Roma, em uma visita à sua irmã Hayley (Eleanor Tomlinson). Também está na Itália a amiga estadunidense de Hayley, Dina (Olivia Munn). O britânico Jake e a americana Dina acabam se envolvendo, mas, por obra do acaso, não puderam iniciar um romance.

Eles só iriam ter uma nova chance três anos após o encontro na Itália, quando os dois retornam ao país para o casamento de Hayley.

Contudo, as coisas se tornam extremamente complicadas na festa de casamento quando Jack tem que resolver várias situações que envolvem um ex-caso de sua irmã que ameaça estragar a festa de casamento.

Impossibilitando assim que Jake declare seu amor para Dina.

O filme de Dean Craig não é uma comédia romântica típica, pois mistura elementos do Cinema fantástico, em princípio isto seria uma estratégia bem vinda, mas o filme é tão confuso que qualquer promessa de criatividade que ele pudesse apresentar, acaba não se concretizando.

Talvez a semelhança de Sam Caflin – que ficou conhecido na produção “Como Eu Era Antes de Você” - com o também britânico Hugh Grant, que ficou famoso por suas comédias românticas da década de 1990 e inicio dos anos 2000, torne ainda mais constrangedora esta produção, que parece uma mistura de “Quatro Casamentos e um Funeral” (filme estrelado pelo próprio Grant) e o clássico “Feitiço do Tempo”.

A maior parte do filme se passa no ambiente da festa de casamento em que são vistas situações das mais absurdas possíveis, e são apresentados vários personagens estranhos que não convencem naquelas situações, o problema aqui não é propriamente as situações inverossímeis que são mostradas e tampouco os atores que mesmo que não apresentem atuações brilhantes, não são culpados da direção displicente e o fraco roteiro de Dean Craig.

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