Infelizmente, nem todas as empresas respeitam seus funcionários e clientes no Brasil. UmaLoja da Renner, em Curitiba, foi condenada a pagar uma indenização a um de seus funcionários, pelo fato de submetê-lo a passar por situações constrangedoras em seu próprio ambiente de Trabalho.

Com medo de perder o emprego, o rapaz se submetia (constantemente) ao crime cometido pela loja.Além do costumeiro assédio moral, a renomada loja ainda fazia cobranças indevidas ao funcionário, restringia o mesmo quanto ao uso do banheiro e o obrigava a cumprir a meta de vendas.Se caso as metas não fossem atingidas, o rapaz era colocado de castigo no "cantinho da disciplina", local onde ficavam todos os funcionários que não atingissem as metas estipuladas.

Não suportando mais as humilhações, o empregado tomou as devidas medidas contra a loja, que foi obrigada a pagar uma indenização de R$ 6.000,00 pelos danos sofridos. A lojatentou recorrer da decisão, mas sem sucesso.

O trabalhador informou que foi contratado como operador de caixa, e que após ter seu contrato de trabalho alterado, logo começou a receber dinheiro sobre o faturamento da loja, e que a partir daí, começou a ser assediado moralmente.

Segundo o rapaz, ele era monitorado constantemente através de câmeras de vigilância, e que ainda era seguido por toda a loja, pelos seguranças, que registravam tudo que era feito por ele, inclusive, quanto tempo demorava no banheiro.Diante dos fatos citados, o juiz condenou a empresa a pagar uma indenização por danos morais e ainda entendeu que o trabalhador era submetido a muitas situações humilhantes.

O juiz ainda afirmou que a loja errou ao se utilizar de um código para chamar os empregados de volta ao setor, quando estes se dirigiam ao banheiro.

De acordo com o juiz, outro erro cometido foi a loja ter advertido o funcionário na frente dos colegas, pelo falo de estar faltando dinheiro num caixa, no qual ele não havia participado do fechamento.

O juiz ainda afirmou que a loja é reincidente nesse tipo de crime.

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