Nesta quinta-feira (11), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), solicitou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresente uma proposta que possibilite destinar assistência a população mais vulnerável da população brasileira. Arthur Lira defende a implementação de uma nova rodada do auxílio emergencial em mais três ou quatro parcelas nos valores entre R$ 200 e R$ 300.

Arthur Lira pede que governo se sensibilize

O presidente da Câmara pediu "sensibilidade do Governo" ao elaborar uma alternativa viável e que esteja de acordo com os parâmetros da economia e da sociedade, ressaltando a necessidade de encontrar um meio-termo para o impasse.

Lira afirmou que o que a população tem vivido nos últimos tempos devido à crise sanitária requer mais agilidade do governo e que até o momento, segundo ele, nada foi encaminhado.

Segundo análise das autoridades governamentais, o momento atual exige medidas de rápida resolução da assistência social, em especial aqueles que se encontram desempregados e os que se configuram como trabalhadores informais. O modelo do auxílio emergencial pensado pelo governo Bolsonaro se mostra como algo mais enxuto para 2021.

Congresso defende retorno do auxílio emergencial de R$ 600 ou reduzido a R$ 300

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem estudado as formas para melhor fornecer o pagamento da nova rodada do benefício, porém, o valor defendido por Guedes é inferior ao sugerido pelo Congresso Nacional.

Enquanto Guedes disponibiliza três parcelas no valor de R$ 200, defensores da volta do auxílio no Congresso querem a retomada com o valor original de R$ 600 ou reduzido a R$ 300.

A pressão pelo retorno do auxílio emergencial cresce a cada dia, e a equipe econômica tem buscado atrelar a esse debate a possibilidade de unir projetos que tendem a cortar as despesas obrigatórias, em especial a PEC emergencial, que prevê a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos.

Lira exige imediatismo no pagamento do auxílio emergencial

Arthur Lira afirmou que pagamento do auxílio emergencial não deve esperar avanço da PEC e que Guedes deve encontrar de forma urgente uma alternativa que resolva essa questão imediatamente. Ele ressaltou saber que as PECs do Senado (Orçamento de Guerra e Pacto Federativo) serão importantes para manter todas as regras do limite do teto.

Uma válvula de escape sugerida por Lira foi a reedição da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Orçamento de Guerra para 2021, que faria uso de crédito extraordinário. Com isso, o governo encontrará liberdade para tratar da rodada do auxílio emergencial sem quebrar as normas fiscais.

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