Três dos destaques do atual elenco, o zagueiro Nino, o lateral-esquerdo Caio Henrique e o volante Allan têm contratos de empréstimo com o Fluminense até o final desse ano e ainda negociam a sua permanência. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (21) no CT Carlos Castilhos, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o presidente do clube, Mário Bittencourt, disse que vem se conversando e, não havendo outras propostas, são chances de os três permanecerem para a próxima temporada.

"Allan e Caio são situações semelhantes. Emprestados por clubes de fora (Liverpoll, da Inglaterra, e Atlético de Madrid, da Espanha, respectivamente) e sem opção de compra. (...) O meu sentimento é que, se não chegar nenhuma proposta de compra, eles ficam conosco. (...) É a mesma situação do Nino (direitos federativos pertencem ao Criciúma, de Santa Catarina), que também quer ficar. Temos uma opção de compra por um valor significativo. Vamos iniciar a negociação", explicou.

Outro perto de encerrar o seu vínculo de empréstimo é Yony Gonzalez.

Recentemente, surgiu uma notícia de que o atacante colombiano teria um pré-acordo com o Benfica, de Portugal, a partir de 2020, mas, segundo Mário Bittencourt, também se tem a confiança na permanência do jogador.

"Tem o contrato encerrando, há especulações, mas continua com muito profissionalismo. É de poucas palavras, é mais fechado, mas muito sério. Joga pelo amor à profissão. Houve uma manifestação do Benfica, que nos mandou uma carta, mesmo não precisando, para dizer que iniciou uma conversa.

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Eu mostrei a carta a ele e ele confirmou que está conversando, mas não assinou. Ele não me falou da proposta, mas disse que está aberto para conversar. Não há 100% de definição", disse.

Mário crava permanência de Marcão

Além da situação contratual de algumas peças do elenco, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, durante a entrevista coletiva, voltou a garantir aos jornalistas presentes que o técnico Marcão segue à frente do time até o encerramento do Campeonato Brasileiro.

“Optamos pelo Marcão porque vimos que ele estava aqui desde o início do trabalho.

Trabalhou como auxiliar em gestões passadas. Nos primeiros jogos, teve um aproveitamento muito alto. Como todos os clubes que passam por dificuldades, entramos em uma taxa de aproveitamento média do restante do campeonato, mas, ainda é muito maior do que era. De quem está em nono ou 10º na tabela”, disse.

Marcão assumiu o Fluminense após a saída do técnico Oswaldo de Oliveira. Não há a certeza de que, depois da temporada, ele voltará para a função de auxiliar-permanente ou buscará outros caminhos no Futebol.

Celso Barros segue afastado do futebol do Fluminense

Celso Barros também foi personagem da entrevista coletiva. Mário Bittencourt confirmou não ter gostado da atitude do vice-presidente de ter buscado as redes sociais para expor decisões internas da diretoria, revelou que ambos tiveram um encontro de, aproximadamente, quatro horas na noite passada e reafirmou o afastamento do antigo aliado do departamento de futebol até, pelo menos, o final de 2020.

“O que eu informei é que até o final do campeonato esse afastamento seguirá.

Ele é vice-presidente eleito, isso é indiscutível. Dei as atribuições de vice de futebol, mas a partir de hoje estou assumindo. No final do ano, teremos uma conversa para saber como vai ser”, argumentou.

Enquanto isso, dentro de campo, o Fluminense se prepara para encarar o CSA na próxima segunda, às 20 horas (de Brasília), no estádio Rei Pelé, em Maceió, querendo vencer para somar mais três pontos aos seus atuais 35 e, dependendo de outros resultados, sair do 17º lugar, o primeiro da zona de rebaixamento do Brasileirão.

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