O número de vítimas fatais causadas pelo novo coronavírus só aumenta no Brasil e no mundo inteiro. A doença tem tirado a vida de milhares de pessoas, de crianças a idosos, ricos e pobres, famosos e anônimos.

Nesta quarta-feira (12), foi comunicada a morte da avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro, após diagnóstico de coronavírus e longa luta contra as complicações causadas pela doença.

Mãe de Michelle Bolsonaro confirma morte

Maria Aparecida Firmo Ferreira, de 80 anos, é avó por parte de mãe da esposa do presidente Jair Bolsonaro e estava internada desde o dia 1º de julho. Na ocasião, a idosa foi encontrada nas ruas de Ceilândia com falta de ar e foi encaminhada para o Hospital Regional de Ceilândia e diagnosticada com a Covid-19.

Em seguida, a mulher foi encaminhada para outra unidade de saúde pública do Distrito Federal, o Regional de Santa Maria, onde foi colocada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por 30 dias. Na semana passada, Maria Aparecida apresentou uma melhora em seu quadro de saúde e parou de usar o respirador mecânico.

A avó de Michelle Bolsonaro foi levada novamente para o Hospital Regional, após a melhora em seu quadro médico, que era considerado estável, mas não resistiu às complicações do coronavírus e veio a óbito nesta quarta-feira (12). Ela morava em Ceilândia, região do Distrito Federal com maior número de infectados pela doença.

Maria de Fátima, mãe da primeira-dama, foi quem confirmou o falecimento de Maria Aparecida.

A sogra de Bolsonaro disse que Deus resolveu levar a sua mãezinha e que ainda não conseguia acreditar. Ela falou que a idosa lutou muito e mostrou toda a sua força, mas que não resistiu. "Estamos todos muito abalados", disse ela.

O Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre o falecimento da avó da primeira-dama.

Michelle Bolsonaro também está com Covid-19

A esposa do presidente também foi diagnosticada com o novo coronavírus e se encontra em isolamento no Palácio da Alvorada, e seu estado de saúde é bom. Jair Bolsonaro também contraiu a doença, mas cumpriu o isolamento e já se recuperou.

Vale lembrar que desde que o vírus começou a circular no Brasil, o presidente foi contra o isolamento social e o fechamento do comércio, que atingiu a economia do país.

Ele foi muito criticado quando disse nos primeiros meses que o vírus causava apenas uma "gripezinha" e que, caso ele fosse infectado, não sentiria nada, por causa do seu "histórico de atleta".

Durante os últimos meses, Jair Bolsonaro não alterou sua agenda, mantendo contato normalmente com seus apoiadores e visitando lugares públicos. Na maioria das vezes, sem nenhum cuidado para evitar a infecção dele próprio e de outras pessoas.

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